1º de Agosto de 2019 Piracicaba dentro do eclipse econômico

Uma vida de 92.043 dias para uma cidade é pouco. Suas voltas ao redor do Sol, lhe dão o respeito de uma cidade com 252 anos, que continua viva.
Em um cenário de “eclipse econômico”, onde as sombras dos problemas gerais, atingem nossa população, quando se vive os momentos de incertezas, motivadas pela desinformação, trazendo a deformação da verdade, que prejudica a visão de como caminhar não caindo em precipícios e mata burros nessas estradas políticas traçadas pelos indicadores das dificuldades a enfrentar.
Muitas esperanças estão no altar dos nossos desejos.
Anúncios comparativos, nos colocam em 2º lugar como cidade melhor onde se viver. A colocação não diz se a vida aqui é cara. Diga você o que acha.
Na parte de saneamento, somos colocados com 100% de esgoto tratado, mas é claro que é daquilo que é coletado, sem falar do que não é.
Com população girando em torno de 400 mil habitantes uma cidade pode ser considerada grande, pois cidades de 200 mil são consideradas médias, o que nos leva a crer que o nosso patamar de crescimento credencia a tanto. Alguém que esteve ausente da cidade por uns dez anos pode se assustar ao vê-la de novo e até se perde por aí não fosse o GPS.
Não vamos nos ater, sem grandes aplausos às nossas belezas naturais incluindo o rio onde o peixe pára; aos nossos solos ricos e doce pelo açúcar que produz; aos nossos complexos industriais que servem de ancora para nossa economia nos mantendo equilibrados dando a oportunidade para nos engrandecer; às nossas produções culturais artísticas e esportivas que continuam a proporcionar felicidades; à sua população pacífica que continua ordeira apesar de situações adversas; do nosso comércio que continua se sustentando, mesmo que com solavancos dos “abre e fecha”; às nossas instituições que ainda permanecem atuantes e respeitadas; às nossas reservas aquíferas que nos matam a sede e nos banham, mantendo a saúde no bom estado geral, mesmo com senões do custo da mesma; aos serviços públicos, que apesar de criticados desempenham o mínimo para o andar da cidade; da energia elétrica em abundância que movem os motores das nossas máquinas e nos iluminam.
Assim, dentro do que é necessário para uma vida normal, temos de tudo, sem ser ótimo.
As sombras desse eclipse, incidem mais, em algumas áreas da saúde; das vias públicas; das praças, principalmente da nossa praça Central, que vamos deixar para discutir no século 22, porque a sensibilidade não tocou o desejo de seus administradores e sendo nosso cartão de visitas continua borrado, pois o coração dos mesmos não pulsam em sincronia com o que representa o coração da cidade. Pentear as árvores e lixar a sola dos pés da praça não é suficiente para esconder sua feiura.
Como tópico negativo temos também a guerra contra o mosquito aedes aegypti. Perder a guerra contra o mosquito é o “fim da picada”. Não vamos deixar acontecer!
Estamos na apresentação de movimentos políticos, com tentativas das mudanças de matrizes governamentais no sistema de governar, apresentando com positivos resultados morais contra a corrupção.
Vamos aguardar que essa “sombra escura” do eclipse econômico se dissipe trazendo a segurança de sustentação maior para a estabilidade dando oportunidade a novos avanços de nossa Terra querida, para que não saia de sua órbita. Feliz 252 º aniversário Piracicaba.