Alunos da Esalq disseminam a valorização de abelhas brasileiras

Alunos expõem sobre a liberação de agrotóxicos e a importância das abelhas para a existência humana. (foto: Claudinho Coradini/JP)

A 11ª Oficina de Educação Ambiental “Meliponicultura: a cultura de abelhas brasileiras e sem ferrões” aconteceu na quinta-feira (29) sob orientação de dois alunos de graduação da Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz/USP).

Apoiado pela Casa do Bom Viver e SAF (Sistemas Agroflorestais e Agroecologia), a oficina tem como objetivo exaltar a importância desses insetos e a preservação do meio ambiente por meio da polinização, inclusive a parte prática foi feita em como a atrair as abelhas no meio urbano, mas não para dentro de residências, apenas em áreas abertas. “O intuito da oficina é trazer um contato mais íntimo com a natureza e manter a biodiversidade”, disse Gabriel de Oliveira, estudante de engenharia agrônoma e responsável pela parte prática da oficina. “Criamos por meio de materiais recicláveis, como garrafas pet e jornais, armadilhas para atrair as abelhas nos jardins e assim criar”.

Para a outra estudante responsável pelo projeto, Ana Leme, a importância do evento é trazer a população para dentro da faculdade. “Nossa preocupação ainda é quanto ao aumento de agrotóxicos liberados pelo governo e que estão matando muitos insetos. A conscientização da existência das abelhas é crucial, afinal elas são importantes para a existência humana”.

O próximo evento será dia 12 de setembro, no Lar Betel, às 14h30 aberto para todos os públicos. “As oficinas não estão somente dentro dos muros acadêmicos, pois já houve apresentações em escolas de Piracicaba e região”, enfatiza Ana que reforçou que a ideia é que quanto mais pessoas souberem sobre a vidae a importância desses insetos maior será a conscientização sobre a importância de se preservar essas espécies.

Larissa Anunciato
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