Ambulante reclama de mato alto

reclamação Além do mato alto, reclamante fala que terreno é criadouro de dengue e de diversos animais peçonhentos.

O mato alto de um terreno situado na rua Lourenço Filho, em frente ao número 8, no bairro Cecap, tem gerado reclamações de quem reside ou trabalha próximo ao local. Segundo a ambulante Magna Alves Pereira,que mantém um carrinho de alimentos no local, além do mato alto ter recipientes que servem de criadouros para o mosquito da dengue, proliferação de animais peçonhentos, andarilhos defecam no terreno. “Já liguei no 156, pedindo a limpeza do terreno e ninguém faz nada. Tenho protocolo: 182435. Liguei no 156 e disseram que iriam limpar”, reclama, afirmando ter
ido pessoalmente ontem (4), solicitar atendimento na Sedema (Secretaria Municipal de Defesa do Meio Ambiente).

Em nota, a Sedema confirma que Magna esteve no balcão da Secretaria ontem, pela primeira vez, quando a ambulante falou com o assistente o Celso Bisson. “Ela pediu limpeza, poda de árvore e forneceu o número de protocolo 18435, que não corresponde à solicitação”.

Segundo a Sedema, o número de protocolo informado é referente à reclamação de outra pessoa, moradora do Bairro Alto pedindo autuação por perturbação de sossego público. A assessoria ressalta que, conforme pesquisa da Divisão de Controle e Fiscalização, localizou apenas uma solicitação de 2007 em nome da moradora Magna Alves Pereira, para o endereço da rua Orlando Buzatto, no bairro Santo Antonio. “Fiz o protocolo pelo 156, em dezembro, com a atendente Isabela. Fui na prefeitura, consta meu protocolo lá. Como agora dizem que não existe protocolo?”, indigna-se Magna.

De acordo com a Sedema, os atendentes do SIP (Serviço de Informação à População), pelo 156 apenas registram a solicitação e distribuem para setor competente.Sem apresentar solução para o terreno, a assessoria da pasta diz ser necessário informações mais precisas. “Número de protocolo correto ou pelo menos o nome do solicitante”.

PROCEDIMENTO
Segundo a Sedema, a partir da solicitação, os fiscais dapasta vão até o local. Depoisda vistoria, confirmado o mato com mais de 80 centímetros, o fiscal faz a foto e emiteo auto de infração, que é encaminhado ao proprietário.Se não for realizada a limpezaem 10 dias, a multa dobra devalor. Se ainda assim o proprietário do terreno não tomar providências, só então aprefeitura faz a limpeza e envia os custos ao proprietário.A prefeitura só pode executar a limpeza quando esgotarem os argumentos legais.Antes disso, destaca a Sedema, não pode entrar em propriedade particular e efetuar
o serviço. Já a programaçãode manutenção de áreas verdes está disponível no link https://bit.ly/2CQyoYL.

Sobre animais peçonhentos, a Sedema destaca que o
CCZ (Centro de Controle de
Zoonose) deve ser informado.