Banda piracicabana de rock lança novo álbum

‘Void’ carateriza a nova identidade sonora da Spiral Guru, na ativa desde 2013. (Foto: Divulgação)

A banda piracicabana Spiral Guru lança seu novo álbum, “Void”, que mistura diversas influências do rock, como stoner, doom, pós-punk e até metal, o que, segundo os produtores, concretiza a identidade sonora atual do grupo. A produção já está disponível em várias plataformas de streaming: Spotify, Deezer, Apple Music, Google Play e ONErpm.

A banda é formada por Andrea Ruocco (vocal), Samuel Pedrosa (guitarra), Ribeiro Jr. (baixo) e Alexandre H. G. Garcia (bateria), e seu quarto disco – ‘Let the Journey Begin’ (2014), ‘The Road’ (2015) e ‘To the Other Side’ (2017) –, “Void” conta com nove faixas, das quais oito são de músicas completas e uma se constitui como interlúdio instrumental.

De acordo com a vocalista, Andrea, o trabalho, formado por composições coletivas feitas entre 2017 e 2018, abrange a temática da ficção científica, característica da banda, e trata, por meio de metáforas e alegorias, sobre as relações contemporâneas do homem com a natureza e com a tecnologia.

Ficamos muito felizes com a boa recepção do álbum, que foi além do que esperávamos”, diz. “As pessoas teceram muitos elogios para a produção, principalmente por essa fusão de estilos que fazemos dentro do rock”.

A Spiral Guru nasceu em 2013, inspirada em bandas das décadas de 60 e 70, como Led Zeppelin, Coven e Black Sabbath. Durante o tempo de formação, o grupo passou por trocas de integrantes e também de sonoridade, hoje marcada pelas intervenções de efeito, experimentações e pelo uso de sintetizadores – um estilo que a banda caracteriza como Space Rock.

Para Andrea, as experiências que adquiriu com a música revelam a importância do contato e da edução por meio da arte. “Nos aperfeiçoamos ao longo do tempo e estamos buscando nossa própria forma de compor”, conta. “Sempre fui muito tímida, com travas para falar e a música me ajuda a me colocar. Ela supre quando as palavras não dão conta e é uma forma de acessar a nossa sensibilidade e a do outro. A arte é algo muito necessário, fato que só percebemos quando emergimos nela”.

Mariana Requena
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