Bebianno confirma que Secom irá para a Secretaria de Governo

Bebianno confirma que Secom irá para a Secretaria de Governo
Fonte: Agência Brasil

O futuro ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gustavo Bebianno, confirmou hoje (10) que a Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) não ficará mais sob sua responsabilidade e será vinculada à Secretaria de Governo. À frente da Secom ficará o publicitário Floriano Barbosa de Amorim Neto, assessor do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente eleito, Jair Bolsonaro. As duas informações foram antecipadas na última sexta-feira pela Agência Brasil.

Barbosa trabalha com a família há pelo menos três anos, no gerenciamento das redes sociais do deputado Eduardo Bolsonaro e do próprio presidente eleito. A Secom estará ligada ao general Carlos Alberto dos Santos Cruz, que comandará a Secretaria de Governo.

Em 22 de novembro, logo após ter sido anunciado que a Secom seria mantida sob controle de Bebianno, o vereador Carlos Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente eleito, anunciou que se afastaria das redes sociais do pai e que voltaria à Câmara do Rio, da qual havia se licenciado.

Paralelamente, deverá ser criada uma assessoria especial, ligada diretamente ao gabinete da Presidência da República, para cuidar da comunicação de Bolsonaro. Essa estrutura estaria separada da Secom. O nome deste assessor direto de Bolsonaro ainda não foi divulgado. Segundo aliados do presidente eleito, no entanto, a criação dessa assessoria especial ainda está em estudo e poderá ser revista com a ida de Floriano para o comando da Secom.

Transição

O general Floriano Peixoto, que atua na equipe de transição analisando a estrutura e os contratos de publicidade da Secom, deverá ser nomeado secretário-executivo de Gustavo Bebianno, futuro ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da Presidência.

Na semana passada, quando o ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, apresentou a lista dos 22 ministérios do futuro governo, a Secom aparecia vinculada à Secretaria-Geral da Presidência.

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