quinta-feira, 23 de agosto de 2012 9h55
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Suprimentos como papel e cartuchos para impressão faltam na sede do órgão, conforme relatos obtidos pelo Jornal de Piracicaba. Com mesa e cadeiras dispostas fora do prédio da gerência, localizada na praça que fica na rua Gomes Carneiro, esquina com Boa Morte, um auditor-fiscal realizava os atendimentos ao público. “Não estamos paralisando nosso trabalho, apenas realizando este manifesto para mostrar nossa insatisfação”, disse. Segundo ele, os auditores-fiscais do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) estão sem reajustes salariais desde 2008. A reposição salarial foi proposta pelo governo num total de 15% nos próximos três anos — 5% em 2013, 5% em 2014 e outros 5% em 2015. Além disso, há dentro do MTE uma defasagem de cerca de 600 vagas de trabalho, sendo que no último concurso público foram preenchidas cerca de 248. Em Piracicaba, há a carência de pelo menos oito postos de trabalho. “Chegamos ao ponto de não termos papel. Os auditores tem que fazer ‘vaquinha’ para poder trabalhar”, disse o servidor. Imprimir Notícia |
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