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Cartas do leitor 19/10/2016
Da redação
19/10/2016 11h18
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Esta foi a 1ª disputa eleitoral da Rede Sustentabilidade no Brasil.

A Rede completou 1 ano de oficialização 10 dias antes do 1º turno das eleições. 2016 foi a nossa estreia.

No meio de tantas tribulações políticas em todos os âmbitos, ainda encontramos cidadãos dispostos a discutir propostas e diretrizes para a Piracicaba que sonhamos.

Vários deles vieram a fazer parte da Rede.

Juntos, pensamos nos 12 eixos do programa para a construção de uma Piracicaba mais justa, sustentável e democrática.

Foram 4 encontros que proporcionaram reflexão, discussão e a elaboração das diretrizes da Rede para nossa cidade, contando com a colaboração de especialistas de diversas áreas, mas tudo isso foi decidido em conjunto com filiados, futuros candidatos e inúmeros interessados.

Conversamos sobre coligações com outros partidos, mas, por sermos pautados em ideologia e princípios, a matemática do jogo eleitoral não foi a prioridade nas decisões da Rede.

A matemática do fundo partidário e do tempo de TV também nada nos beneficiava, mas seguimos em frente com nossos propósitos.

A Rede é um partido inovador que coloca na prática normas que já deveriam estar na Lei, como permitir só 1 reeleição para o legislativo e a participação popular organizada no mandato dos eleitos, chamada Mandato Coletivo ou Compartilhado.

A Rede não estimula a luta de classes, mas trabalha pelo equilíbrio entre Social, Econômico e Ambiental, buscando a Sustentabilidade, com políticos comprometidos com a ética e a democracia.

Em vez de Presidente, a Rede tem 2 Portavozes (uma mulher e um homem), que só divulgam o que for decidido por um colegiado.

Isso impede as ‘negociatas‘, que tanto estimulam a criação de muitos partidos.

Em Piracicaba, a Rede iniciou contatando o vereador Paulo Camolesi e o Mandato Coletivo. A mudança de Camolesi para o partido, dentro do prazo estipulado pelo STF, embora acertada com o presidente do PV, incomodou, trazendo inúmeros desgastes ao próprio vereador e à Rede Piracicaba.

Camolesi, embora tenha sido o 7º candidato mais votado dentre os mais de 450, não se reelegeu pois o partido, com seus 21 candidatos a vereador, não alcançou o famoso coeficiente eleitoral.

Passado o resultado de 02 de outubro, é necessário diferenciar resultados eleitorais de resultados políticos, valorizar os ganhos e aprender com o resultado.

Como ganhos políticos destacam-se: a Rede se posicionou perante os piracicabanos, tornado-se mais conhecida; pôde perceber a ânsia destes de participar nas tomadas de decisões; teve contato com as reais necessidades da população dos mais distintos rincões, notadamente dos mais periféricos; constatou a urgência na formulação de políticas públicas que atendam a maioria dos moradores; e, se sente preparada para novos desafios.

A Rede Piracicaba deixa de ocupar uma cadeira no Legislativo Municipal, mas o partido está instalado aqui e aberto a quem busca uma cidade mais justa, sustentável e democrática.

Continuará sendo um canal de diálogo propositivo com os poderes constituídos e fará seu papel, quando possível, através dos instrumentos legais previstos, seguindo nossas diretrizes de governo, elaboradas por muitas mãos e mentes.

A Rede Piracicaba agradece imensamente cada voto dos 7.532 recebidos e continuará fazendo seu papel para uma política além das eleições.

Em 2016 finalizamos um mandato, mas não nosso trabalho.

Vem pra Rede!

Debora F. Rossini e Juan A. M. Sebastianes - integrantes da Rede Piracicaba

 
 
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