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Chapecoense
Da redação
09/12/2016 11h21
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Ainda não consigo acreditar nesta tragédia do dia 29/11, com o avião que transportava o time da Chapecoense para Colômbia, para a disputa do primeiro jogo da Sul Americana. Um acidente já marcado para acontecer, por uma empresa de fundo de quintal e um piloto — não sei se pode se chamar esse cara de piloto tamanha falta de responsabilidade. Conforme as autoridades responsáveis pelas investigações, já é a quarta vez que este temerário irresponsável ‘aviador de galinha’ comete o mesmo erro; é um comandante covarde, mesquinho, que macula a classe de todos os pilotos do mundo. Veja o risco que a seleção da Argentina correu semanas atrás quando viajou com este criminoso de Buenos Aires a Belo Horizonte, também com o combustível no limite para jogar contra o Brasil. Agora as autoridades bolivianas estão procurando um bode expiatório para o caso, querendo pegar a tal de Célia (controladora de voo), mas os responsáveis são as autoridades bolivianas, que poderiam barrar este voo. Aqui seria Anac, lá não sei quem seria. A vida de todos esses passageiros custaram apenas US$ 5.000 que este criminoso quis economizar por não querer reabastecer em Bogotá; é lamentável. O consolo mesmo foi o exemplo de fraternidade e solidariedade que o povo colombiano deu, não só para nós brasileiros, mas para o mundo inteiro, coisa que eu mesmo não achava mais que tinha neste mundo cheio de egoísmo e individualísmo. Devemos refletir um pouco mais e sermos mais solidários com todos os irmãos brasileiros e também com os estrangeiros, porque nossa vida é tão pequena perto de tantas coisas que acontecem todos os dias neste mundo. Vamos orar pelas famílias das vítimas. Zaqueu Mathias de Lara - corretor de imóveis

 
 
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