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Cartas do leitor 17/03/2017
Da Redação
17/03/2017 11h05
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A hora e a vez de Autran Dourado - Quanto gostei de ler o artigo de Edu Campos, na edição de 15 de março, a respeito da obra de Autran Dourado! Ter, entre leitores, um fotógrafo que, além de eternizar com a lente o que vê e sente, sabe reconhecer a boa literatura, garimpando nas Minas o que Minas tem de “dentro e fundo”, é notável. Professor de Literatura ao longo de anos e difusor da Cultura Brasileira em tantos e tão diferentes países por força do trabalho que desenvolvi no serviço exterior brasileiro quando pude apresentar pintores piracicabanos como Renato Wagner, Marilu Trevisan, Rocco Caputo entre outros tantos, encontro na leitura desta edição do JP este jovem fotógrafo falando de notável escritor, tão esquecido do público e da crítica, com a intimidade de bom leitor. Tomara possa suscitar no público ledor interesse por Uma Vida em Segredo, A Barca dos Homens, Ópera dos Mortos, este último, incluído pela Unesco numa coleção como uma das obras mais representativas da literatura mundial. Deixo, portanto, ao jovem colaborador, além do aplauso, o respeito por saber que há, na nova geração, quem, como eu ame a e respeite a língua portuguesa e descubra nela o talento de um escritor como Autran Dourado, nosso contemporâneo de vida até o ano de 2012. José Antonio Carlos David Chagas - jornalista e professor
 
Bom dia - Inicialmente, quero agradecer a atenção que foi dada por este matutino à minha correspondência. Realmente só temos a imprensa para nos ouvir, ou seja, ontem (15), enquanto o repórter Felipe falava comigo, o Semae foi até a minha residência e insistiu na troca do hidrômetro ontem (15) mesmo, e trocaram. Nesta manhã (16) o Semae na pessoa de Maira me ligou informando que a resposta ao meu questionamento está à disposição para ser consultada no setor de protocolo. Se a resposta for a mesma que deram ao JP, é lamentável! Somos uma família de quatro pessoas, mesmo com água cortada o hidrômetro registrou um consumo de 16m3. O Semae, há alguns anos não acreditando nos hidrômetros instalados nas residências do condomínio, resolveu colocar um geral na entrada do condomínio, e mensalmente é totalizado o consumo das casas e checado com o geral, e a diferença é rateada entre os condôminos. Ora, se estes hidrômetros estão corretos como eles respondem, por que esta providência? Infelizmente todos os órgãos públicos tratam o cidadãos com idiotas, e respondem de forma taxativa que estão sempre “corretos”. Reinaldo Guimarães - Piracicaba
 
 
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