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Cartas do leitor 18/03/2017
Da Redação
18/03/2017 07h00
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Reforma da Previdência Social - Apesar da grande mídia esconder as argumentações contrárias à PEC 287/216, nas redes sociais sempre encontramos alguma coisa interessante. Aí vão algumas colocações: 1) A Anfisp (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal) apresentou, recentemente, no Senado Federal, uma cartilha explicativa, com várias planilhas financeiras, demonstrando, detalhadamente, despesas e receitas da Seguridade Social = saúde + assistência + previdência, que são uma grande conquista deixada ao povo brasileiro pela Constituição Cidadã. Resumidamente, para o ano de 2015, o de bem menor saldo, fica demonstrado: Despesas: Assistência Social + Bolsa Família + Saúde + Benefícios FAT + Outras despesas = R$ 683 bilhões; Receitas : Contribuição Previdenciária + Cofins + CSLL + Pis/Pasep + Entidades de Seguridade + Outra Contribuições = R$ 694 bilhões . Portanto, saldo = R$ 11 bilhões. Acrescente-se que a DRU (Desvinculação de Receitas da União), de 2010 a 2014 — dados da Secretaria do Tesouro Nacional, retirou da Seguridade Social, R$ 230,5 bilhões. Conclui a Anfisp: “O malfadado déficit da Previdência Social é um mito, criado para esconder a responsabilidade do Estado por suas incessantes políticas de renúncias fiscais, desonerações e desvinculações de receitas, além de sua ineficiência na cobrança de dívidas ativas”. 2) Num outro horizonte, mais humano, tomamos a liberdade de citar o depoimento de um setor não alienado da Igreja Católica, para nosso consolo, ou seja, da Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil, que trabalha em várias regiões do país, em nome de Frei Fidêncio Vanboemmel, OFM: “Em nome de meus confrades e do Povo de Deus, junto a quem realizamos a missão evangelizadora, não me resta outra postura a não ser um posicionamento frontalmente contrário a Reforma da Previdência Social-PEC 287/2016). Para sustentar meu posicionamento, não lanço mão de argumentos de economia, mas na realidade, dos ambientes onde nossos confrades convivem, no compromisso com a justiça, exigência irrenunciável do Evangelho, afirmo com convicção, que esta proposta é um verdadeiro ato de covardia com os mais pobres”. Nas considerações da Anfisp constam muitos detalhes financeiros que aqui não cabem, assim como nas colocações de Frei Fidêncio e acredito que ambas as entidades não fazem parte de nenhum partido político. Jose Augusto Rego Barros Seydell - engenheiro e professor
 
 
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