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Cartas do Leitor 08/08/2017
Da Redação
08/08/2017 07h33
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JP 117 anos

Olhar a importância deste jornal centenário e sua espetacular capacidade de se renovar a cada dia é motivo de orgulho para todos nós, que acreditamos no papel fundamental de uma imprensa livre, na construção de um Brasil mais digno e ético. Parabéns pelos 117 anos de trabalho e dedicação a uma cidade inspiradora, pelo papel de porta-voz de uma comunidade que respeita e confia no matutino, pela condição de testemunha e guardião de uma história que merece ser registrada. Estendo meus cumprimentos a toda a equipe, aos colaboradores e leitores. Com votos de elevada estima e consideração. Angelo Frias Neto, diretor-presidente da Frias Neto Consultoria de Imóveis, presidente do Conselho Consultivo da Acipi e diretor estadual da Secovi 

Dia 2 de agosto

Pequeno dia histórico para a grandeza da história do nosso país. Nada mudou. Continua com os mesmos homens e a pequenez da nossa política. Não ficará como marco histórico, como as figuras de Dom Pedro II, de Vargas ou a Independência e a República. No ambiente da Câmara dos Deputados assistimos de tudo. A figura tranquila do presidente, os gritos dos exaltados, voto sim ou não dos que não queriam aparecer com vergonha do que estava fazendo, pois agia como gato que foge do fogo, ou mão de gato. Alguns gritavam com toda força elogios ao presidente e outros contra. Os primeiros pareciam dizer: votei e os segundos indicavam que queriam votos. Até a troca de sopapos vimos, indicando para alguns que é a demonstração viva da democracia, quando democracia é o cumprimento das Leis e não roubar os cofres públicos. “Democracia quer simplesmente dizer o desencanto do povo, pelo povo, para o povo”. Oscar Wilde. “A democracia é o governo do povo, pelo povo, para o povo”. Abraham Lincoln. Dois pensamentos contrários. O nosso é: “democracia é o respeito à lei, o amor a justiça e não roubar”. Escolham. Gen Torres de Melo, coordenador do grupo Guararapes

Quem precisa de um STF assim?

O ministro Marco Aurélio Mello deu aval ao “calote da dívida do RS”, que poderá gerar uma enxurrada de calote em outros estados. O mesmo STF manteve decisão favorável para que o governo federal pague indenização à Varig, tudo por causa de um daqueles planos mirabolantes do governo Sarney em 1986, que levou à falência a empresa. Resultado? O ex-presidente continua numa boa, e o povo brasileiro quem deverá agora arcar com esses bilhões em indenização à massa falida. Essa e outras atitudes do STF só atingem o bolso do trabalhador brasileiro, que pagará o pato. No entanto até agora o prejuízo causado pelos “bancos aos poupadores” entre os anos 80 e 90, continua escondido no fundo de alguma gaveta do STF, porque traria prejuízo as instituições bancárias em até R$-150 bilhões, que deveriam ser ressarcidos aos poupadores brasileiros. Quem precisa de um STF assim? Onera o estado, que joga a conta para a população, mas “protege instituições bancarias” que têm lucros bilionários, com ou sem crise. Beatriz Campos, escritora

 
 
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Comentários

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    Jose Rubens - 09/08/2017 00h37
    A própria matéria já diz,Quem precisa de um STF assim?R.as instituições financeiras ,e todo os que vivem de levar vantagem ilícitas.Cara Beatriz Campos.