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Cartas do leitor - 07/10/2017
Da Redação
07/10/2017 08h00
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Nossa saúde — Vejo como um avanço a informação divulgada pelo Jornal de Piracicaba na sexta-feira sobre a abertura de concurso para a contratação de médicos que atuarão na rede pública de nossa cidade. Não há dúvidas que a Saúde concentra alguns dos principais desafios da administração pública e que este processo seletivo seja um dos indicativos de que a prefeitura esteja disposta a solucionar por meio da redução do deficit de profissionais. Há ainda um outro desafio ao setor que é a falta de leitos hospitalares o que resulta, invariavelmente, em longas filas de espera pelos pacientes nas unidades de saúde da cidade. Situação que em tese será solucionada após a tão aguardada entrada em funcionamento do Hospital Regional. Digo em tese porque acredito que a inauguração do complexo hospitalar deva representar mais um alívio temporário nos problemas do que a solução definitiva. Meu receio é que passado o efeito positivo da inauguração as filas retornem nos pronto-socorros pelo fato do Hospital não absorver a toda a demanda que lhe será direcionada. Não gostaria de me passar por pessimista, porém acho difícil acreditar que as 126 vagas geradas pela unidade sejam suficientes para suprir a lacuna que existe nesta área. Me pergunto como o Hospital, que atenderá também a pacientes de toda a região, vai dar conta do recado. Invariavelmente voltaremos a ouvir dos administradores sobre necessidade de uma ampliação para a geração de novos leitos. Para quem pensa estarmos tratando de um problema sem solução, digo que há sim o que possa ser feito. Cabe aos gestores voltarem suas atenções à aos cuidados básicos com foco na prevenção. É preciso agir na promoção da saúde da população em vez de gastar rios de dinheiro com o tratamento de problemas que poderiam ser evitados. É certo que as moléstias sempre existirão pois o corpo humano é uma “máquina” perecível e todos em algum momento da vida apresentarão as falhas decorrentes do desgaste natural. Porém, há uma série de diagnósticos que poderia ser evitados ou postergados com ações que promovam a saúde para que não fiquemos “enxugando gelo”. Meu desejo é que existam academias ao ar livre em todos os bairros, intensificação em programas de prevenção, controle de peso, abandono de vícios enfim, práticas simples e eficientes que proporcionam vida com qualidade para nossa gente. Angélica Fermino, professora aposentada, Nova Piracicaba
 
 
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