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Cartas do leitor - 02/12/2017
Da Redação
04/12/2017 11h57
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Enfermeira Débora

 

Em um país como o nosso, onde a corrupção e a má vontade para com o povo nos traz uma infinidade de motivos para estar insatisfeitos com toda e qualquer situação com as quais nos deparamos, como cidadãos que pagam seus impostos, esta manhã um fato fez com que meu coração se enchesse de alegria. A protagonista chama-se Débora, enfermeira do “postinho” do bairro Piracicamirim. O local estava lotado, todos com suas senhas, aguardando sua vez, quando surge a referida Profissional (isto mesmo, com letra maiúscula!) para passar algumas informações a todos que ali estavam, sabendo contornar até o barulho de vozes que se faz ouvir em locais onde há um aglomerado de pessoas. Ela continuou sua palestra sobre as doenças, como tuberculose, hanseníase, Aids, etc, e seus sintomas. Falava de uma forma que demonstrava no seu rosto o amor pela profissão e sua real preocupação com o ser humano. Presenciei seu tratamento com algumas pessoas que ali estavam e se dirigiam a ela. Gentil, bem humorada, delicada e dedicada. 
Fui conversar com ela também e a elogiei pelo trabalho lindo que a vi realizar no pouco tempo que estive no local. Liguei no 156 para falar sobre ela, mas é óbvio que não fui atendida. Então, resolvi me manifestar por escrito neste jornal.
Enfermeira Débora, precisamos de muitos mais profissionais como você, de pessoas que, independente das circunstâncias e do salário que se recebe por um mês fatigante de trabalho, se dispõe a ser amável e tratar o ser humano como ele merece ser tratado (porque quem vai ao médico está mais sensível e precisa de atenção). Que Deus continue abençoando grandemente sua vida para que você continue sendo uma bênção no local onde ele escolheu para você estar e fazer a obra dEle.
Renata Alcarde Melcher, professora de português
 
 
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