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Cartas do leitor - 14/01/2018
Da redação
15/01/2018 17h06
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2018
 
Novo ano. Novas esperanças e novos tropeços. Temos, logo pela frente, dois casos difíceis e de grande complicação política. O primeiro foi criado pelo próprio Executivo, querendo salvar ou melhorar a situação dos grandes canalhas da República. Governar é a arte de dirigir a nação para o bem e nunca fazer a defesa dos ladrões públicos. Estamos numa crise profunda, praticamente sem governo. Seria bom que se pensasse: “Qual é o melhor governo? Aquele que nos ensina a governar-nos?”, frase de Johann Goethe. Falta-nos professor e sobram medíocres. O segundo caso é mais grave e mais profundo. Trata-se de colocar nos eixos o problema da economia do país. Todos sofrem, pois falta dinheiro para as necessidades mínimas e para o desenvolvimento. Criou-se uma mentalidade de que o governo deve resolver os problemas individuais e, por isso, não sobra para a solução dos problemas nacionais. O déficit deste ano está acima de R$ 155 bilhões e a previsão de nossa dívida líquida será R$ 3,65 trilhões. Alguns colocam na dívida líquida os papéis guardados no Banco Central que a eleva para próximo de R$ 5 trilhões. Estamos engasgados com o problema da Previdência que está enrolado com o problema político. Há outros problemas graves, um deles é a eleição em outubro e todos os interesses vão girar em torno desse problema.
General Torres De Melo, coordenador do Grupo Guararapes
 
Em falta na Farmácia de Alto Custo
 
Mais um mês sem o Aptamil soja na Farmácia de Alto Custo de Piracicaba. As latas têm média de preço de R$ 70 cada. Consome-se de uma a duas latas por semana. É a quarta vez que sou informada que está em falta, sendo a segunda vez consecutiva. Esse leite é para crianças intolerantes à lactose, alérgicas à lactose ou dieta com restrições a lactose. Tem crianças que consomem mais latas ainda.
Priscila Coimbra, fisioterapeuta
 
 
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