Casos confirmados caíram 84%

Cidade registrou queda de 84% nos cados de dengue: Aedes do Bem ajudou na redução.

De janeiro a novembro de 2018, Piracicaba registrou queda de 84% em nos casos confirmados de dengue. Em contrapartida, nos casos da febre amarela houve aumento de cinco suspeitas para nove, tendo apenas um caso confirmado no último ano.
Em 2017, os casos de dengue segundo o balanço da Secretária Municipal de Saúde era de 1405 notificações e 63 casos confirmados, caindo, em 2018, para 547 notificados e apenas 10 confirmados.
Por conta do surto da doença nos anos 2015 e 2016 a cidade colocou em prática diversas campanhas de prevenção, como o projeto Aedes do Bem, com mosquitos geneticamente modificados soltos em diversos bairros em projeto pilotp que colaborou para a grande queda na incidência da doença no ano passado.
Já na febre amarela, em 2017, foram notificados cinco casos e um confirmado, onde a Vigilância Epidemiológica Estadual informou que o homem infectado pegou a doença após fazer uma visita ao nordeste, em área endêmica, porém o caso evoluiu para cura. Em 2018, os casos notificados aumentaram para nove, com um caso confirmado que evoluiu para óbito, porém a doença não foi contraída em Piracicaba, porém o LPI (local provado de infecção) não foi identificado. Apesar deste panorama, Piracicaba está fora do mapa das regiões endêmicas para febre amarela no Estado de São Paulo.
OUTROS CASOS
De acordo com a Secretária Municipal da Saúde, em onze meses de 2018, os casos confirmados de febre chikungunya teve ligeiro aumento. Em 2017, foram 40 notificações para quatro casos confirmados, em 2018 o número de confirmados subiu para seis e diminuiu num total de 35 notificações. “Os casos zika vírus ficaram zerados nos dois últimos anos”, informou a prefeitura.
TRATAMENTO
De acordo com a Saúde, para a dengue o tratamento inclui ingestão de líquidos e analgésicos onde os casos graves exigem cuidados hospitalares. No caso de febre amarela e chikungunya é necessário a terapia hidratação e a infusão de fluidos. O zika vírus é preciso de acompanhamento médico.
A Secretária Municipal de Saúde indica que todos os cidadãos não deixem água parada nos ambientes e mantê- -los sempre limpos para evitar a proliferação dos mosquitos transmissores. Em relação a febre amarela é obrigatório a vacinação por conta do trânsito já que o país existem várias regiões e estados considerados de risco para a doença. “Além da vacina, é indicado passar repelente para evitar contato com os é uma tática para afastar todos os tipos de mosquito incluindo da chicungunya e zika vírus.

(Letícia Azevedo)