Cerco prende quadrilha que roubou associação

Quatro assaltantes acusados de fazer parte de uma quadrilha que roubou a Associação dos Funcionários Públicos de Piracicaba, no Jardim Caxambu, foram presos após um cerco policial que aconteceu na tarde de ontem, nas imediações da avenida Professor Alberto Vollet Sachs e envolveu equipes da Força Tática, Rocam (Ronda Ostensivas com Apoio de Motocicletas), e operacionais, com o apoio da Guarda Civil. A equipe do helicóptero Águia também auxiliou na busca de suspeitos, que teriam se escondido em uma área verde, nas imediações. Além das prisões, os policiais recuperaram R$ 1.426,60 e celulares dos funcionários que foram levados pelo bando.
 
O roubo aconteceu por volta das 14h. Três dos acusados foram flagrados pela Força Tática enquanto saíam pela porta da frente da associação, que fica na avenida José Vicente Pedreira.
 
De acordo com a Força Tática, dois deles entraram em um Gol preto, que estava estacionado em uma rua paralela à associação, enquanto o outro correu na direção contrária. A dupla saiu em alta velocidade, sentido ao bairro 1º de Maio. Durante a fuga, eles bateram de frente com um caminhão, que seguia pela avenida Professor Alberto Vollet Sachs. Eles abandonaram o Gol e correram, mas foram alcançados pelos policiais. O terceiro suspeito, que teria tentado se esconder em um matagal, foi localizado com o apoio do Águia.
 
Minutos depois, os policiais foram avisados de que um quarto envolvido no roubo foi preso pela Guarda Civil. Dois acusados têm 18 anos, outro 19 e o quarto, 37 anos. Todos foram encaminhados para sede da UPJ (Unidade de Polícia Judiciária), onde foram autuados em flagrante sob acusação de roubo. A investigação continuará a ser realizada pela Polícia Civil na tentativa de identificar se a quadrilha agiu em outros roubos na cidade.
 
 
MOVIMENTAÇÃO — Durante as buscas aos suspeitos, parte da Avenida Professor Alberto Vollet Sachs foi interditada pelas equipes da PM e Guarda Civil. “Parecia coisa de cinema, entrei no mercado quando percebi a movimentação. Não agüentei ficar quieta e sai na porta. Confesso que gravei uma parte pelo celular”, comentou a vendedora Gisele Cristina dos Santos. “Deu para ver o momento em eles fizeram a prisão”, afirmou outra moradora, que pediu para ter a identidade preservada.