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EsalqTec, incubadora tecnológica ligada à Esalq/USP, recebe cerca de R$ 6 milhões de investimentos
Gabriela Garcia
02/04/2015 18h42
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Foto: Claudinho Coradini/JP

Seja em fase de avaliação de produto ou seja uma empresa já consolidada e com serviço inserido no mercado. 

A EsalqTec (diretoria na foto), incubadora tecnológica ligada à Esalq/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), abriga atualmente 30 empresas ligadas ao agronegócio e inovação tecnológica. 

Desde 2006, quando a EsalqTec teve início, as empresas ali instaladas já receberam cerca de R$ 6 milhões em investimentos, sendo metade em fundos de subvenção e metade da iniciativa privada. 

A EsalqTec abriga oito empresas residentes, que estão em fase de incubação, e 22 associadas, que são empresas já constituídas mas que buscam mercado. 

“Acredito que atingimos um nível de excelência na quantidade de empresas que temos aqui”, afirmou o gerente-executivo da EsalqTec, Sergio Barbosa. 

“É importante salientar o apoio que tivemos ao longo dos anos da Esalq e Fealq (Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz).” 

As empresas atuam especificamente nas áreas de biotecnologia, sistemas de produção, tecnologia de informação, análises laboratoriais e máquinas e equipamentos. 

Há ainda espaço para as empresas pré-residentes.

“Estas empresas têm apenas uma ideia e estão em fase de desenvolvimento de seu modelo de negócios. Elas têm até 12 meses para realizar a análise de viabilidade de seu projeto”, afirmou Barbosa. 

“As empresas residentes e pré-residentes têm aproximação com a Esalq/ USP e recebem apoio como orientação no desenvolvimento de negócios da empresa, parceria com entidades e outras universidades, e também apoio na busca de recursos, sejam eles públicos ou de investidores. Nesta fase, os investimentos realizados não são altos, estas startups vão se valorizando ao longo do tempo.” 

INOVAÇÃO — As empresas interessadas em se instalar na EsalqTec devem se habilitar por editais e apresentar um plano de negócios preliminar com viabilidade técnica e comercial desde que o projeto seja na área de agronegócios e a empresa tenha um mínimo de capital e estrutura para se arriscar em um novo negócio.

“A inovação tecnológica é uma área complexa que exige ainda mais conhecimento.”

Há um ano e meio como empresa residente na incubadora, a KPI Farm desenvolve um software para que o produtor rural possa ter uma análise detalhada da safra, avaliando todos os custos operacionais e de consumo que tem.

“Estamos na fase de teste do produto e de busca por mais investidores para depois colocarmos o produto no mercado”, afirmou o co-fundador da empresa, Luiz Faria. 

A Maxit Consultoria e Treinamento também desenvolve um software mas, neste caso, para melhorar a produtividade agrícola através de um plano de ação. 

“Somos uma empresa residente e, no momento, estamos produzindo o software. Temos uma parceria com a Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e as empresas parceiras, que são duas usinas, nos dão o feedback do que está funcionando em campo e, então, incluímos no programa. Estamos validando a nossa tecnologia”, disse Ederson Garcia.

 
 
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