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Fechamento de sacadas é tendência
Da redação
11/01/2017 14h34
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Com a procura crescente pelo envidraçamento de varandas em condomínio, diversas questões relacionadas às burocracias de instalação das placas de vidro em um local que abrange a área comum surgem. Para facilitar a vida de síndicos e condôminos algumas dicas podem ser seguidas.

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Vidros em varandas combatem pó e ruídos e ampliam área útil de apartamento (Foto: Isabela Borghese/JP)

Entre os principais pontos defendidos pelos apreciadores das varandas envidraçadas, a proteção contra as variações do clima e a poeira está no topo. Além disso, a medida também é uma alternativa para ampliar a área do imóvel, assim como a diminuição do barulho e a prevenção de acidentes com crianças e animais. Em primeiro plano, é importante destacar parâmetros e diretrizes que ditam as regras do envidraçamento de sacadas, o que deve ser elaborados pela própria assembleia do condomínio, junto ao síndico.

Contudo, essa regulamentação deverá se apoiar nos padrões da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e nos cuidados exigidos pelo Corpo de Bombeiros no que se refere à segurança da alteração da construção. De acordo com o arquiteto Thales Paschoal, consultado pelo portal Condomínios Virtuais, a questão principal que rege o envidraçamento de sacadas em um condomínio é o fato de que a obra irá alterar a fachada original do prédio. “‘É exatamente por isso, um padrão de cores, espessura, modelo e elementos como trilhos, caixilhos, dentre outros detalhes, deve ser definido para evitar que cada morador faça a obra conforme o gosto pessoal”, afirmou.

Segundo o diretor de negócios imobiliários da Aabic (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo, Marco Dal Maso, se o dono da unidade não executar o fechamento conforme o estipulado pelo condomínio, o síndico poderá notificar o condômino a fim de que as devidas correções sejam feitas. Caso o morador não cumpra a ordem, o condomínio pode entrar com uma ação judicial e pedir, até mesmo, a remoção do envidraçamento. “Se não houver regras preestabelecidas no regulamento interno ou na convenção em vigor, o dono do apartamento deve solicitar uma assembleia extraordinária para que os condôminos deliberem se a mudança acarretará alteração significativa de fachada e a proposta deverá ser votada”, disse.

Assim que o fechamento da varanda é acatado, a próxima etapa é definir um padrão. “É importante que haja grande grau de detalhamento sobre o tema. Deve-se votar o tipo de vidro escolhido e sua cor, se haverá película protetora, e a cor dos perfis. Também deve entrar no debate se o envidraçamento será para todos e se será estipulado um prazo para que os condôminos contratem o serviços”, informou. Estabelecidas as regras de instalação e de contratação, restará ao síndico supervisionar cada etapa do serviço.

 
 
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