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Indústria da região volta a gerar postos de trabalho em janeiro
Fabio Pesaresi
17/02/2017 11h12
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O nível de emprego nas indústrias de Piracicaba e região voltou a crescer em janeiro, mostrou levantamento divulgado quinta-feira (16) pela diretoria regional do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo). No período, houve pequena alta de 0,25%, o que representou geração de 100 postos de trabalho no mês. Comparado com janeiro de 2016, o aumento é mais expressivo. 

Na mesma época do ano passado, o saldo do emprego industrial era negativo em 0,35% — o que correspondia a corte de 200 vagas. No acumulado de 12 meses, houve mais dispensas que admissões. O corte chegou a 7,28%, o que indica um enxugamento de 3.300 postos de trabalho aproximadamente. A queda, no entanto, é menor do que a verificada nos 12 meses anteriores, quando foram eliminados 6.800 vagas. “A perspectiva que a gente tem é de melhora, nem que seja de um crescimento pequeno, por enquanto”, disse Álvaro Vargas, diretor do Ciesp Piracicaba.

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Álvaro Vargas, diretor do Ciesp Piracicaba, acredita em crescimento nos próximos meses (Foto: Amanda Vieira/JP)

Segundo ele, a variação positiva do emprego é reflexo de uma melhora no cenário, que ainda não está consolidado. O nível de emprego em Piracicaba foi influenciado pelas variações positivas do setor de veículos automotores, que teve aumento de 3,54%; de máquinas e equipamentos, com 0,75%; e de produtos e minerais não metálicos, com 1,60%. Já os setores que tiveram os melhores resultados dos últimos 12 meses foram os de bebidas, com alta de 35,19%; de produtos químicos e celulose, com 8,38%; e de papel e produtores de papel, com incremento de 5,56%.

O aumento do nível de contratações faz Vargas acreditar que os próximos meses sejam melhores na geração de emprego da indústria. “O que está acontecendo em Piracicaba, está acontecendo no Brasil inteiro. Essa recuperação, aparentemente, está consistente. Para melhorar ainda mais nos próximos meses será preciso uma resposta maior de Brasília”, afirmou. Segundo ele, as empresas fizeram muitos cortes para se adequar e sobreviver à crise, segurando apenas o número de funcionários suficiente para atender à demanda. “Conforme a melhora vai acontecendo, será preciso chamar novos colaboradores. E temos que entender que temos um longo caminho, a crise ainda não acabou. Vai demorar algum tempo até recuperar todos os postos de trabalho perdidos”, disse.

ESTADO — Segundo a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), o Estado registrou, em janeiro, saldo positivo de 6.500 vagas, variação positiva de 0,31% na comparação com dezembro do ano passado, sem ajustes sazonais. O resultado positivo do mês é o primeiro registrado desde abril de 2015, quando foram feitas 6.000 contratações. O destaque setorial ficou por conta do segmento de produtos de borracha e de material plástico, com aumento de 1.969 vagas, e o de confecção de artigos de vestuários e acessórios, que gerou 1.742 postos.

 
 
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