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Piracicaba é a segunda melhor do país entre as grandes cidades, mostra estudo
Sabrina Franzol
11/03/2017 09h16
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Piracicaba é a segunda melhor cidade do país e a primeira do Estado de São Paulo em ranking com os 100 maiores municípios do Brasil em termos de população (aqueles com mais de 266 mil habitantes), conforme a segunda edição do estudo DGM (Desafios da Gestão Municipal), levantamento da empresa de consultoria Macroplan — Prospectiva Estratégia & Gestão, realizado com o apoio do MBC (Movimento Brasil Competitivo) e publicado no mês passado.

O atual estudo analisou o desempenho das 100 maiores cidades brasileiras entre os anos de 2005 e 2015. Foram avaliados 16 indicadores divididos em quatro áreas distintas: saúde, educação e cultura, segurança e saneamento e sustentabilidade.

Os pesos dos indicadores e das áreas que compõem o índice foram divididos em 35,3% para educação e cultura; 35,3% para saúde; 20,6% para infraestrutura e sustentabilidade e 8,8% para segurança.

O ranking foi formado por índice que vai de 0 a 1, sendo que quanto mais próximo de 1 melhor é a condição de vida na localidade. A primeira posição da lista resultante do estudo é ocupada por Maringá (PR).

As terceira, quarta e quinta colocações, assim como Piracicaba, são paulistas: São José do Rio Preto, São José dos Campos e Franca, respectivamente.

Ananindeua (PA) teve o pior resultado. Na síntese de indicadores sobre Piracicaba consta que o destaque da cidade é na área da educação, porque o município passou da 22ª posição em 2005, com índice 0,442, para o primeiro posto, com índice 0,645.

Em relação à saúde, a cidade ocupava o 36º lugar há dois anos, com índice 0,535, e em 2015 chegou à 21ª posição, devido ao índice de 0,630.

Quando se trata de infraestrutura e sustentabilidade, o município subiu do 12º lugar em 2005, quando teve índice 0,818, para o 7º, com índice 0,948.

A baixa da cidade foi no quesito segurança, já que em 2005 a cidade ocupava a 17ª colocação do ranking (índice 0,850) e dez anos depois passou para a 22ª posição (índice 0,855).

De acordo com o diretor da Macroplan e coordenador do estudo DGM, Glaucio Neves, essas cidades consideradas as melhores estão “aptas” a buscar referências no exterior.

“Esses municípios podem mudar um pouco o referencial e olhar para fora do país. São cidades que podem almejar padrões de serviços nas práticas internacionais”, comentou.

Para o prefeito Barjas Negri, que neste período de dez anos analisados no estudo governou Piracicaba em dois mandatos, o segundo lugar no ranking geral coloca o município no “radar dos grandes investidores”. “As empresas estão atrás de indicadores socioambientais, portanto Piracicaba passa a ser pesquisada para que no próximo ciclo da economia possa receber investimentos”, afirmou.

Questionado sobre a queda no índice de segurança, o chefe do executivo falou que nos anos de referência do estudo houve modernização e ampliação da Guarda Civil, a Polícia Civil implantou o Deinter-9 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior) e a Polícia Militar trouxe ao município o CPI-9 (Comando de Policiamento do Interior) e o aeropatrulhamento Águia, mas que a crise pode ter provocado a oscilação nesta categoria.

“Piracicaba sentiu já em 2015 queda muito grande em nível de emprego e quando há diminuição de emprego tem mais ocorrências policiais, surgimento de áreas de favelas, um pequeno aumento na criminalidade.O que precisamos, agora, é continuar fazendo boa integração na segurança”, falou.

 
 
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