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Erosão avança ao lado da nova Renato Wagner, em Piracicaba
Felipe Ferreira
19/04/2017 12h39
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Com preocupação,pedestre observa a vala aberta por chuvas,segundo a prefeitura (Foto: Claudinho Coradini/JP)

Inaugurada há menos de seis meses, a avenida Renato Wagner já apresenta em sua lateral uma erosão de aproximadamente 50 metros.

O problema acontece em um trecho entre a calçada e a margem do rio Piracicaba, próximo ao acesso à Ponte do Mirante.

Usuários da via temem que a erosão avance e afete o passeio público.

A movimentação do solo causada pela erosão deixou a mostra parte do alicerce da calçada, assim como os conduites por onde passa a fiação da rede elétrica subterrânea.

A abertura no solo é tamanha que ficaram à mostra as raízes que restaram do tronco de uma árvore existente no local, mas que foi cortada durante a execução do projeto.

Além disso, há risco aos pedestres, já que não há barreira entre a calçada e a vala, assim como não existe nenhum tipo de sinalização que isole a área.

Outro problema facilmente observado é o grande acúmulo de lixo e resto de entulho, o que torna o cenário ainda mais crítico.

A principal reclamação dos pedestres ouvidos pela reportagem do Jornal de Piracicaba decorre do receio que a erosão avance ao ponto da calçada ser ‘engolida’ pelo buraco. Morador da vila Rezende, o motorista Cláudio Jesus Lino, 62, caminha diariamente pela avenida Renato Wagner e relatou que a degradação do solo naquele trecho existe há mais de um mês.

“Caminho sempre por aqui e vi esse buraco aumentar dia após dia. Precisam tomar uma providência, senão logo vai ter que refazer até a calçada”, afirmou.

A doméstica Adriane dos Santos, 47, teme por um acidente envolvendo ciclistas ou crianças. “Meu medo é porque o buraco fica bem ao lado da ciclofaixa. Passo aqui e penso se uma pessoa perder o equilíbrio e cair lá dentro. Tinha que colocar aquela fita de isolamento antes que alguma coisa mais grave aconteça”, relatou.

OUTRO LADO — A prefeitura informou, por meio de nota, que estuda uma solução para evitar que o problema ocorra novamente, além de explicar a origem da erosão.

“Durante a requalificação da avenida foram executadas as obras de contenção da margem (do rio Piracicaba) com gabiões caixas metálicas aramadas preenchidas com pedra — e entre esta contenção e o calçamento foi plantada grama.

Porém, a grama e parte da terra foram arrastadas pelas fortes chuvas no início deste ano”, informou.

PROJETO — Inaugurada em outubro do ano passado, a requalificação da via custou R$ 3,3 milhões.

À época o JP publicou reportagem com a crítica de munícipes que questionavam a retirada das árvores que compunham a mata ciliar no trecho.

Na ocasião, o então secretário de Meio Ambiente Rogério Vidal — mantido no cargo pela administração atual — afirmou que foram retiradas apenas as espécies invasoras e mantidas as nativas.

 
 
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