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Motoristas de ônibus paralisam atividades na sexta-feira
Walter Duarte
25/04/2017 10h45
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Na sexta-feira, coletivos deverão deixar a garagem apenas às 11h. (Foto: Arquivo/Claudinho Coradini/JP)

O Conespi (Conselho das Entidades Sindicais de Piracicaba) anunciou ontem a adesão de 100% dos trabalhadores da Via Ágil — concessionária do transporte público urbano do município — à greve geral convocada para a próxima sexta-feira, 28, em protesto contra a proposta de reforma da Previdência, em discussão no Congresso Nacional.

Segundo a entidade, que reúne 30 sindicatos da cidade, o protesto dos condutores deve durar cerca de sete horas. Com a decisão, os ônibus só devem deixar a garagem da empresa às 11h.

“Entre as 4h e as 11h não tem transporte, a categoria foi unânime. Dentro do diálogo com os sindicatos, estamos informando aos trabalhadores de que não haverá ônibus. Acredito que a situação deve se normalizar apenas por volta das 13h”, afirmou João Soares, presidente do Sindicato Municipal dos Transportes Urbanos.

O secretário municipal de Trânsito e Transportes, Jorge Akira Kobayashi, disse que a prefeitura não foi notificada sobre o movimento.

“Isso (paralisação do transporte) para mim é novidade. O que vínhamos conversando com o Conespi era de que haveria um ato na Avenida Armando Salles. Vamos nos reunir com a empresa amanhã (hoje) e, com o nosso jurídico, ver o que pode ser feito. Do ponto de vista da mobilidade, para a cidade, é muito ruim”, ressaltou.

Segundo o secretário, a Via Ágil deve receber hoje a notificação sobre a greve. Vice-presidente do conselho e integrante do Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil, Milton Costa, admite o transtorno e nega a existência de motivação política no movimento.

“É claro que vai haver transtorno, mas é preciso alertar os trabalhadores. A greve não tem nada haver com partido político. É o Conespi, representando os seus associados, em uma luta que é de extrema importância”, completou. De acordo com o presidente do conselho, Francisco Pinto Filho, as entidades sindicais farão um ato em frente ao TCI (Terminal Central de Integração) durante o dia de greve.

“Vamos conscientizar a população. Muita gente ainda não sabe o quanto essa reforma vai prejudicar as próximas gerações”, concluiu. 

ADESÕES — Na última sexta-feira, o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência de Piracicaba e região também anunciou adesão à greve. Com isso, a agência do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) não deve funcionar durante o dia.

A Apeoesp (Sindicato dos Professores dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) também participará do movimento, o que deve afetar as aulas nas escolas estaduais.

O Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Piracicaba — que representa os funcionários da prefeitura e autarquias — aderiu à greve como entidade, mas não deve convocar assembleia para convocar os trabalhadores a cruzar os braços.

 
 
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