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Preço da cesta básica cai 0,19% no primeiro semestre
Sabrina Franzol
14/07/2017 14h07
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Ovalor da cesta básica em Piracicaba teve queda de 0,19% no primeiro semestre deste ano, conforme o ICB (Índice do Custo da Cesta Básica) — Esalq/Fealq, calculado pela Ejea (Empresa Júnior de Economia e Administração da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz).

O cálculo é feito com base no consumo mensal de uma família de quatro pessoas. O mês passado terminou com o valor da cesta básica em R$ 571,84. Ao contrário do que se constatou nos seis primeiros meses de 2017, no mesmo período de 2015 e 2016 a cesta apresentou aumento de 8,22% e 9,23%, respectivamente.

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Batata está entre os produtos que ficaram mais caros para o consumidor no semestre. (Foto: Claudinho Coradini/JP)

As categorias pesquisadas pela Ejea são higiene, alimentação e limpeza doméstica. A que apresentou maior alta foi a dos produtos de higiene (6,87%). A de alimentação teve queda de 1,07%, enquanto que a de limpeza doméstica aumentou 1,40% durante o período analisado. A média de preços das categorias ficaram em R$ 457,99 (alimentação), R$ 56,13 (limpeza doméstica) e R$ 55,53 (higiene), sendo que a participação de cada uma delas — na mesma ordem —, na composição do ICB correspondeu a 80,40%, 12,26% e 9,75%.

No âmbito da alimentação, o item que mais teve baixa no acumulado do primeiro semestre foi o feijão, com variação de -17,26%. Em contrapartida, o quilo da batata aumentou 42,54%. Outros produtos alimentícios também com diminuição no valor foram arroz (-3,32%), açúcar (-5,65%) e frango (-7%).

“Eu realmente notei diminuição no valor do arroz. Como é um item básico da alimentação, sempre fico esperta quanto a isso. Lembro que já cheguei a pagar cerca de R$ 18 no saco de cinco quilos e hoje consigo encontrar por R$ 13”, disse a assessora parlamentar Zilda Aurora Gomes, 66.

Quanto aos itens de limpeza doméstica, o sabão em pó de um quilo foi o único que teve baixa no valor: 1,44%, enquanto que o sabão em barra com cinco unidades aumentou 6,57%. Entre os produtos de limpeza, o papel higiênico com quatro unidades diminuiu 10,49%. A maior alta foi no preço do desodorante (36,41%).

“Para mim, foi bastante perceptível o aumento do sabão em barra, por isso, não só para este produto, mas qualquer outro, sempre busco as promoções. Pesquiso e sempre tento comprar onde está mais barato”, afirmou a terapeuta Geny Zenti Garcia, 78.

É isso o que também diz fazer o administrador de empresas Flávio Arruda, 51. “Sempre fico de olho nas ofertas. O papel higiênico foi algo que notei que baixou”, relatou. Gerente de supermercado, Alexandre Blois comentou que as baixas refletem totalmente no comportamento do consumidor. “Com o preço menor, quem antes comprava apenas um saquinho de algum produto passa a comprar dois, por exemplo. Além disso, notamos que o consumo aumenta, porque temos, em certas ocasiões, de fazer maiores reposições ou pontos extras de alguns itens”, explicou.

 
 
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