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Tarifas de ônibus ficam mais caras a partir desta quinta
Walter Duarte
13/07/2017 16h43
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Os usuários do transporte coletivo de Piracicaba começam a pagar mais caro pelo serviço nesta quinta. À meia noite, entraram em vigor as novas tarifas, determinadas por meio de decreto do prefeito Barjas Negri (PSDB).

Com a revisão, passarão a ser três valores: R$ 3,70 (tarifa social, 8,8% mais cara), R$ 3,95 (VT +9,7%) e R$ 4 (bordo +11,1%). Os estudantes, que hoje gastam R$ 1,80 por embarque, passarão a pagar R$ 1,97.

Quem adquiriu créditos do cartão VAI (Via Ágil Integração) nas bilheterias dos terminais e na loja da concessionária Via Ágil, no Centro, poderão aproveitar os valores antigos — R$ 3,40 de tarifa social e R$ 3,60 para o vale-transporte — por 30 dias.

Na quarta, a procura foi intensa, tanto pela compra de créditos quanto pela emissão de cartões.

A empresa, que cobra pela 2ª via, fechou um acordo com a administração municipal e anunciou que concederá o novo cartão de forma gratuita por um prazo de 30 dias.

Com ele, o usuário se livra da tarifa de bordo — a mais cara — e tem direito à social, desde que não faça uso do VT. Segundo o secretário municipal de Trânsito e Transportes, Jorge Akira, o reajuste maior para a tarifa de bordo — paga em dinheiro pelo usuário — é uma estratégia para tentar reduzir essa modalidade de pagamento.

“Há dois anos, antes da crise econômica, os pagamentos em dinheiro representavam algo em torno de 5%. Hoje, isso está na faixa dos 15% e prejudica o tempo de viagem, porque o motorista tem de dar o troco. Então fizemos a parceria para que o cartão seja emitido de graça e a população possa usar a tarifa social”, explicou.

A assessoria de imprensa da empresa afirmou ontem que foi registrado um aumento na procura por esse serviço desde que o reajuste foi anunciado, mas não soube precisar os números. Antes da concessão do reajuste, a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) fez um estudo sobre as condições do contrato e apurou a defasagem entre a arrecadação da Via Ágil, as despesas com a operação e os investimentos exigidos em contrato.

Segundo a prefeitura, o aumento serve para restabelecer o equilíbrio financeiro da concessão das linhas, afetado pela queda do número de passageiros.

Dados da Semuttran (Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes) apontam que, nos últimos dois anos, houve uma redução de quase três milhões de embarques.

 
 
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