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Geraldo Alckmin abre Esalqshow 
Natália Marim
11/10/2017 13h41
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Inserir o agronegócio como meio para garantir a segurança alimentar e a paz. Esse foi o tom nos discursos de abertura da Esalqshow, feira de inovação tecnológica que acontece na Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) até hoje. Durante a ocasião, foi realizada também solenidade de instalação da Cátedra Luiz de Queiroz de Sistemas Agropecuários Integrados e assinatura de documento de posse do seu primeiro titular, engenheiro agrônomo e ex-ministro Roberto Rodrigues. O evento contou com a presença do governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, que anunciou a doação definitiva do terreno onde está instalada a Fumep (Fundação Municipal de Ensino).
 
Diante de plateia que reuniu a comunidade acadêmica, representantes do setor público e privado, estudantes e profissionais do setor, Alckmin falou sobre a importância da aproximação entre a academia e o setor produtivo. “A Esalq está sempre inovando e este evento é uma oportunidade de oferecer à sociedade aquilo que tem sustentado a nossa economia”, disse.
 
Em seu discurso, o diretor da Esalq, Luiz Gustavo Nussio, colocou a instituição como palco aberto à união entre os agentes da cadeia agrícola. “A Esalqshow é na Esalq e não só da Esalq. Estamos muito felizes em receber as lideranças do agronegócio, em um modelo inédito de feira de inovação tecnológica que debaterá a atividade agrícola das próximas décadas. Estamos à disposição para dar maior lucidez aos rumos da economia com base na agricultura, focando sempre nas soluções e construindo excelência para o bem da sociedade”. 
 
CÁTEDRA — Durante a cerimônia, ocorreu a instalação Cátedra Luiz de Queiroz de Sistemas Agropecuários Integrados, uma cadeira voltada para a discussão e realização de atividades abertas à participação de professores e estudantes de graduação e pós-graduação da instituição. O ex-ministro Roberto Rodrigues assumiu como o primeiro titular da Cátedra Luiz de Queiroz. A conquista foi aprovada por unanimidade pela Congregação em 14 de setembro.
 
Segundo Nussio, a cátedra é uma plataforma que pretende relacionar a universidade com a sociedade. É uma agenda de um ano com vários eventos. “A Esalq, o ministro e o setor empresarial buscam oportunidade para melhor conversar com a sociedade, perceber as demandas e ofertar produtos de maneira mais rápida”, disse. 
 
FUMEP — A Prefeitura de Piracicaba recebeu ontem do governo do Estado um terreno de 209.321 metros quadrados, avaliado em R$ 70 milhões. O local, onde funciona a Fumep, abriga cerca de 3.800 alunos e as instalações dos cursos da EEP (Escola de Engenharia de Piracicaba), do Colégio Técnico Industrial, do Centro de Educação Profissional e do centro de pós-graduação.
 
A Fumep emprega cerca de 200 professores e 80 funcionários administrativos. A instituição mantém cursos de pós-graduação, ensinos superior e médio, cursos técnicos e profissionalizantes. Além de salas de aulas, as edificações construídas no terreno doado abrigam 42 laboratórios, 11 anfiteatros, bibliotecas, além de outras instalações.
 
Reunido na manhã de ontem com 13 vereadores de Piracicaba e com o prefeito Barjas Negri, o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou que irá articular com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, para analisar a possibilidade de elevar o teto e custear recursos de mais R$ 9,8 milhões por ano para a Santa Casa. 
 
Vereadores cobram ajuda do Estado para a saúde
 
Na reunião, os parlamentares questionaram a posição do governo estadual sobre a necessidade de liberação de recursos para a saúde de Piracicaba, a fim de que o município possa quitar sua dívida com a Santa Casa e com o HFC (Hospital dos Fornecedores de Cana), garantindo que todas as cirurgias que foram canceladas possam ser reagendadas. “Precisamos de intervenção nessa questão, pois tem muitas pessoas na fila de cirurgia”, perguntou o vereador Laércio Trevisan Junior (PR).
 
Também participaram do encontro os vereadores Gilmar Rotta (PMDB), Lair Braga (SD), Coronel Adriana Nunes (PPS), Pedro Kawai (PSDB), Paulo Campos (PSD), Dirceu Alves (SD), Nancy Thame (PSDB), Osvaldo Schiavolin (PSDB), Aldisa Marques (PPS), Isac Souza (PTB), Wagner Oliveira (PHS) e André Bandeira (PSDB), que fizeram o mesmo questionamento.
 
Em resposta, o governador disse, durante coletiva de imprensa, que a elevação do teto da saúde é um pedido de dois anos atrás. Ele garantiu que esse assunto seria abordado com o ministro Barros, no intuito de garantir mais R$ 9,8 milhões anualmente para a Santa Casa. “Todas as Santas Casas vivem dificuldades, porque a tabela do SUS (Sistema Único de Saúde) precisa ser corrigida. Quanto mais se atende, acaba tendo mais dificuldade”, completou.
 
 
 
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