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Gaeco realiza operação na região
Cristiani Azanha
06/12/2017 14h14
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O Gaeco deflagrou ontem de manhã uma operação para desarticular organização criminosa na região. Com nome de ‘Fumaça’ a ação contou com o apoio da Polícia Militar, Corregedoria da Polícia Civil e da Receita Federal. Foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão em vários endereços, um deles em Piracicaba.
 
Durante a atividade, um delegado, a esposa e um investigador de polícia de Rio Claro prestaram depoimento na sede do MPE (Ministério Público Estadual) e foram liberados. Naquela cidade, os policiais apreenderam a gravação do circuito de câmeras e computadores de uma revendedora de veículos.
 
O Gaeco também apura as participações de advogados, empresários e executivos. A investigação sobre o esquema envolve as cidades de Itu, Piraju e São Paulo.
 
“Ao longo da investigação descobriu-se que a organização criminosa identificava potenciais vítimas dentre empresários que eram investigados criminalmente. O grupo prometia que iria interceder junto a autoridades públicas do sistema de Justiça penal para resolver as pendências criminais de suas vítimas e forjava mandados de prisão e notícias sobre operações do Gaeco contra suas vítimas prometendo que as ordens de prisão e operações seriam suspensas caso os valores exigidos fossem pagos”, informa nota do MP.
 
Como a apuração ainda está em andamento, o Gaeco não informou as circunstâncias da investigação ou as respectivas responsabilidade dos envolvidos. Além da extorsão, alguns deles serão investigados por corrupção passiva e concussão.
 
De acordo com o Código Penal, o artigo 158 explica que a extorsão acontece quando alguém é obrigado a tomar um determinado comportamento, por meio de ameaça ou violência, com a intenção de obter vantagem, recompensa ou lucro. Já corrupção passiva é cometida por agente público quando solicitar ou receber, para si ou para outros, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem, conforme o artigo 317. Na concussão, também praticado por funcionário público, tipifica como crime a vantagem indevida em decorrência da função. As penas variam entre um a dez anos de prisão.
 
 
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