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Gangue da ‘marcha à ré’ invade loja no Centro
Cristiani Azanha
23/01/2018 21h22
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Uma loja de materiais para pesca, no Centro, teve a porta estourada por criminosos conhecidos como a “gangue da marcha à ré”. Eles efetuarem uma manobra de marcha à ré para danificar a entrada do estabelecimento, mas o alarme disparou e os suspeitos fugiram deixando um Uno, que foi usado durante a tentativa de furto. Eles fugiram sem levar nada. A Guarda Civil esteve no local após poucos minutos, mas não conseguiu localizar os envolvidos.

O proprietário do estabelecimento — que fica na rua Prudente de Moraes — disse que os prejuízos ficaram por conta dos danos, mas têm seguro. “Nosso sistema de câmeras flagrou a ação, mas como tinha muita fumaça no interior da loja, não conseguimos constatar as características dos envolvidos. Nosso sistema de segurança encaminhou a mensagem sobre o furto para dez telefones diferentes. Quero destacar a rapidez do atendimento da Guarda Civil, que conseguiu chegar em aproximadamente dois minutos após a tentativa de furto, mas infelizmente os envolvidos conseguiram fugir a pé”, comentou o proprietário.

A Polícia Civil vai apurar se alguma loja vizinha, que dispunha de sistema de câ- meras de segurança, flagrou a ação criminosa para tentar identificar os criminosos. Até a tarde de ontem, a polícia não tinha pistas dos suspeitos.

 

OUTROS CASOS — Em 5 de dezembro do ano passado, porta de metal da entrada e vitrine de estabelecimento na rua Benjamin Constant foram estourados. Os envolvidos demoraram somente dois minutos e meio para pegar relógios e óculos. A ação foi flagrada pelo sistema de câmeras. O proprietário estimaram prejuízo entre R$ 12 mil e R$ 15 mil. Foi o primeiro furto no negócio familiar com 50 anos de atividade.

No dia 18 de outubro, uma loja de games, que fica na mesma rua, também foi invadida pela “gangue da marcha à ré”. A Polícia Civil vai apurar se os mesmos criminosos agiram nas duas ocorrências. O proprietário do estabelecimento, Fernando Ceroni da Costa, na época, disse que foi avisado através do sistema de monitoramento e imediatamente a Polí- cia Militar foi acionada. “As equipes chegaram aqui em menos de cinco minutos, mas eles já tinham fugido.” No episódio da loja de games foi usada uma picape Saveiro, que foi depenada e incendiada no mesmo dia.

O proprietário da loja, Marcelo Cristian Ferrari, afirmou que teve um prejuízo de aproximadamente R$ 15 mil. “O seguro cobriu os custos somente com a estrutura da minha loja como portas e vitrines, mas não pagou os gastos com as mercadorias”, comentou.

 
 
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