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Sobem para 90 as demissões na Unimep e no Colégio Piracicabano
Felipe Poleti
11/01/2018 13h32
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Até ontem a tarde, 60 docentes da Unimep (Universidade Metodista de Piracicaba) — campi Taquaral e Santa Bárbara d’Oeste — foram demitidos pela Rede Metodista, mantenedora da instituição, e outros 30 no Colégio Piracicabano. A informação foi divulgada pelo Sinpro Campinas (Sindicato dos Professores), que atua em Piracicaba, durante reunião com os docentes efetivos e demitidos, na sede da Apeoesp Piracicaba.
 
Conforme explicou a secretária geral do Sinpro, Conceição Fornasari, ficaram decididos duas ações. A primeira é, a partir de hoje, entregar uma notificação extrajudicial à mantenedora do Colégio Piracicabano cobrando o pagamento de verbas rescisórias, que ainda não aconteceu. “Se não pagarem vamos cobrar na Justiça. O outro ponto é entrar com uma nova ação contra a Unimep, desta vez coletiva, cobrando a integração dos professores aos seus cargos, já que a reitoria não cumpriu o estatuto e regimento interno, nem a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a LDB”, afirmou.
 
De acordo com Conceição, a primeira ação contra a Rede Metodista está parada no MPT (Ministério Público do Trabalho) de Campinas, já que a mantenedora não informou oficialmente os números de professores e funcionários demitidos. “Eles responderam a nossa notificação alegando que para tomar uma decisão precisariam da lista dos demitidos o que ainda não nos foi entregue pela Unimep. Temos cinco dias para entregar a eles e estamos nas mãos da reitoria. Ela já foi notificada por nós do pedido do MPT”, completou. 
 
Para a sindicalista, esta forma de agir leva a entender que a mantenedora das instituições de ensino está agindo de “má fé” com os professores. “Até agora os docentes demitidos não receberam suas verbas rescisórias, além disso, os que ainda estão empregados não receberam a segunda parcela do 13° nem o salário de dezembro. Isso não pode continuar assim”, apontou Conceição.
 
OUTRO LADO — Em nota, a Unimep esclareceu que “o processo de reestruturação da universidade, como já informado no Conselho Universitário e de acordo com a previsão orçamentária, trabalhou com a proposta de redução de 15% da despesa de pessoal. A informação sobre a relação de desligamentos é restrita aos gestores e lideranças da universidade e da mantenedora, em respeito ao sigilo de informações e dados pessoais”. Quanto ao 13º salário, o Instituto Educacional Piracicabano informou que “tudo está regularizado” e “as verbas indenizatórias serão pagas conforme previsto pela legislação vigente”.
 
 
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