,
Clique e
assine o JP
Televendas: 3428-4190
Classificados: 3428-4140
Comercial: 3428-4150
Redação: 3428-4170
Últimas notícias:
  • Gretchen aproveita momento em alta e estreia reality show com sua família
  • 'Westworld' abre nova temporada com sangue
  • Com 'Despacito', 16 semanas no topo das paradas dos EUA, Luis Fonsi mudou o jogo

Piracicabana fica em 7º em disputa de Harvard
Felipe Poleti
16/04/2018 15h28
  |      
ENVIAR     IMPRIMIR     COMENTE              
 
Estudante do quinto ano de direito pela USP (Universidade de São Paulo), a piracicabana Eloísa Gomes Sousa, 22 anos, representou a cidade e o país na fase mundial da competição “Philip C. Jessup Moot Court Competition”, fundada pela Universidade de Harvard (Estados Unidos), que aconteceu em Washington DC. Ela e sua equipe desembarcaram no país anteontem com o sétimo lugar geral dentre as 200 universidades de 90 países, e com o terceiro lugar geral na categoria orador para Luiz Felipe Yonezawa, que também representou o país na competição.
 
A conquista deixou a piracicabana muito feliz, principalmente, pelo fato da superação da equipe. “Passamos para as oitavas de finais e já estávamos entre os 32 melhores, o que já era muito importante para nós. Depois que participamos da fase final, dos ‘run-offs’ conquistamos o sétimo lugar geral e o Felipe foi o terceiro melhor orador do mundo”, disse Eloísa. O time da USP é formado pelos alunos Anna Carolina Monte Alto, Giulia Ferrigno, Leticia Machado Hartel, sob orientação da coach Isabela Rubin Corrales.
 
A classificação para a competição internacional de direito aconteceu em fevereiro, após vitória na etapa nacional realizada em Florianópolis (SC), em fevereiro. Segundo Eloisa, a competição trata-se de julgamento simulado de uma disputa perante a Corte Internacional de Justiça (CIJ), organizada pela International Law Students Association (ILSA). “Estou feliz pela conquista. Esta é um dos principais eventos de julgamento simulado do mundo. Além disso, quem avaliou nossos projetos foram juízes da ONU (Organização das Nações Unidas). Nosso projeto simula a criação de uma arma nuclear aquática, no caso um submarino, e o conflito entre dois países que isso gerou. Nós tivemos de argumentar para defender o país que construiu a arma, e em outra oportunidade fazer o inverso”, disse.
 
 
Voltar

Comentários

Nome:
E-mail:
Comentário:
 

  • Seja o primeiro a comentar