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MP denuncia Trevisan por porte ilegal de arma
Da redação
15/05/2018 11h53
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O vereador Laércio Trevisan Júnior (PR) é réu em uma ação penal que apura porte ilegal de arma e ameaça. A ação foi impetrada pelo Ministério Público de Piracicaba. A juíza da 1ª vara Criminal, Ana Claúdia Madeira de Oliveira, acatou a denúncia do MP no dia 30 de abril. De acordo com o inquérito policial, no dia 12 de fevereiro (segunda-feira), após uma discussão com o vizinho de sua chácara, no loteamento Colinas de Santa isabel, Trevisan teria sacado um revólver e o ameaçado. 
 
Segundo as informações do Ministério Público, o desentendimento entre o parlamentar e o vizinho começou por causa de uma obra e o uso da estrada que serve as duas propriedades. Durante o calor da discussão, o vizinho disse que “ havia jogado o voto fora”, se referindo ao cargo do vereador, que se irritou com a observação. Nesse momento, Trevisan foi até o carro e pegou o revólver calibre 32, que estava no porta-luvas, menciona o inquérito policial. De acordo com o MP, o vereador disse, por três vezes, se a vítima “tinha certeza de que se meteria com ele”.
 
Durante o transcorrer da investigação, o revólver foi apreendido na casa do parlamentar e reconhecido pela vítima e por três testemunhas. O vizinho decidiu dar sequência à denúncia. O promotor destacou que Trevisan transportou a arma em seu veículo sem autorização (guia de trânsito) e em desacordo com as disposições legais. Ainda de acordo com o Ministério Público, o certificado da arma é válido até setembro de 2022, podendo ser mantido no interior da residência. 
 
No despacho da juíza, ela solicita à polícia o preenchimento do BIC (Boletim de Identificação Criminal) do acusado e a comunicação ao IIRGD (Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt), órgão da Secretaria da Segurança Pública, para informar a existência ou a inexistência de registro de antecedentes criminais, além da cópia do registro da arma de fogo.do vereador. 
 
Trevisan Júnior disse que “foi apenas uma discussão ocorrida com o vizinho, que será devidamente apurada”. “É a palavra dele, que diz ter sido ameaçado por mim, e a minha, que digo que fui ameaçado. Isso será apurado pela justiça, nada mais”, acrescentou. “Isso é tão somente para tirar o foco político da apuração que venho realizando na prefeitura e na Câmara ultimamente, envolvendo poderosos e corruptos”, afirmou o acusado.
 
Recentemento, Trevisan reclamou de não receber respostas de requerimentos. Na ocasião, o presidente do Legislativo, Matheus Erler (PTB), enviou ofício ao prefeito Barjas Negri (PSDB) para observar o prazo de 15 dias para envio das respostas. “Sou um bom soldado do povo, e segundo Maquiavel, quando a munição está virada para você, tira o foco”, afirmou Trevisan. 
 
 
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