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Operação Tormenta da Dise prende 16 traficantes na região
Felipe Poleti
12/06/2018 13h01
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(M. Germano/JP)
 
 
A Dise (Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes) de Piracicaba deflagrou a Operação Tormenta, às 4h de ontem, e cumpriu 17 mandados de prisão e 22 de busca que resultaram na prisão de 16 pessoas incluindo um adolescente e apreenderam quase 4,5 quilos de drogas entre crack, cocaína e maconha, dezenas de celulares, e equipamentos para embalo e venda dos entorpecentes, além de R$ 10 mil em dinheiro. Foram cinco presos em flagrante por envolvimento com o crime. Os mandados foram executados nas cidades de Capivari, Rafard e Tietê e tiveram o apoio do helicóptero Pelicano, da Polícia Civil de São Paulo. Os presos foram encaminhados ao CDP (Centro de Detenção Provisória). 
 
</TXTN>Segundo o delegado da Dise, Demétrius Gondim Coelho, alguns dos alvos da operação já cumpriam penas pelo crime, porém participavam do tráfico de dentro da prisão. “Das 17 prisões preventivas, nove já estavam presos e continuavam comandando o tráfico de entorpecentes de dentro da penitenciária, apenas um está foragido. Eles tinham contato com o mundo externo por meio de celulares. Eles não fazem parte de uma mesma quadrilha, mas sim de uma célula que pratica o crime. As pessoas presas hoje são as que tinham, de alguma forma, acesso ou auxílio desses traficantes. Ou seja, não eram integrantes da quadrilha, mas colaboravam com o crime”, disse. 
 
Segundo o investigador da Dise, Mauro Souza Junior, a apuração começou há cerca de um ano e, ao todo, teve apoio de 88 policiais civis das seccionais de Limeira, Casa Branca, Rio Claro e Americana. “A primeira fase desta operação aconteceu no ano passado, quando identificamos dois traficantes lideres do tráfico ali na região e os prendemos. A partir do momento que ingressaram na penitenciária eles continuavam a fazer toda a mobilização criminosa. A operação continuou no sentido de identificar as pessoas que colaboravam com o crime do lado de fora da prisão. Apesar do sucesso da operação, as investigações seguem com a perícia nos diversos celulares apreendidos”, informou o investigador.
 
Segundo Mauro, o trabalho de identificação foi “muito difícil” e realizado pela equipe de inteligência e de tecnologia da Dise. “A investigação continua e algumas medidas foram solicitadas pelo juiz da Comarca de Capivari para tentar cessar esse ato que ocorre dentro da cadeia. Além destas cidades, há suspeita de que os envolvidos também atuavam em Piracicaba”, afirmou Mauro. A operação teve apoio do Ministério Público.
 
“A presença do helicóptero Pelicano foi muito bem-vinda. Assim que as viaturas chegaram a cidade de Rafard, em ação coordenada, o Pelicano teve êxito na prisão de uma pessoa que, na hora em que a polícia chegou na casa, pulou o muro dos fundos e tentou fugir, inclusive estando armado, porém, na hora da abordagem ele dispensou a arma, se não fosse o helicóptero, a captura seria mais difícil”, relatou Demétrius.
 
 
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