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Pedra Branca funde estilos e linguagens em show no Sesc
Thainara Cabral
18/05/2017 13h46
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Música, artes do corpo e visuais se fundem na apresentação (Foto: Divulgação)

Uma viagem multicultural marcada pela atmosfera de diferentes estilos musicais e linguagens artísticas.

Essa é a experiência proposta pelo grupo paulista Pedra Branca, que estreia o projeto Transbord’Arte do Sesc hoje, às 20h, no teatro da unidade. O show gratuito expõe a fusão da música, tecnologia, artes do corpo e visuais.

O programa da unidade recebe grupos musicais que apresentam um formato de espetáculo que combina diferentes linguagens artísticas.

A proposta se encaixa perfeitamente no conceito multissensorial do Pedra Branca, grupo de música étnica mundial criado em 2001. Com oito integrantes, incluindo um VJ e uma bailarina, o conjunto explora o universo da música indiana e oriental com fusões da música eletrônica e gêneros brasileiros.

Conforme Luciano Sallun, fundador do grupo, a sonoridade autoral do Pedra Branca se baseia no trabalho criativo do diálogo entre a atmosfera da referência e a exploração dela de maneira não padronizada.

“Se estudo uma música indiana, não vou reproduzi-la da maneira que ela é. Crio uma mistura a partir dela. Por exemplo, temos uma música com influências e instrumentos indianos, mas com moda de viola caipira. Existem muitas fusões exploradas de forma criativa para criar algo de forma livre e que não exista, sem seguir padronizações”, disse o músico.

Conforme Sallun, as influências da sonoridade do grupo caminham entre a word music, que agrega elementos da música árabe, cigana, africana, brasileira e europeia, com pitadas de vertentes da música eletrônica.

“Não são músicas de pista, não tem nada a ver com house ou dance. Tem ligação com estilos eletrônicos pouco populares e trabalhados de forma comercial pela indústria pop”, explicou. Esse mosaico cultural é criado pelos integrantes a partir de instrumentos indianos, chineses e turcos, junto aos tradicionais. Além da sonoridade singular, outras características encaixam o grupo no conceito de transbordo da arte trabalhado pelo Sesc. Um deles é a presença de performances corporais, feitas pela bailarina Suzi Arruda.

“Artistas corporais sempre usaram nosso som para performances. Essa ligação já era natural, então, desde 2002 comecei a convidar bailarinas para participar de shows e com o tempo essa fusão de criação se desenvolveu de forma livre”, relatou Sallun. Os movimentos da bailarina levam para outro elemento que se funde com a arte: a tecnologia. O show do Pedra Branca é acompanhado por projeções visuais, sendo que a presença do corpo de Suzi é captada por um kinect e transmitida no telão.

SERVIÇO — Transbord’Arte. Show Pedra Branca. Hoje, às 20h, no Sesc (rua Ipiranga, 155, Centro). Entrada gratuita. Retirada de ingresso com 1h de antecedência. Informações: (19) 3437-9292.

 
 
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