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Encontro de Violas oferece educação instrumental
Natália Marim
09/02/2018 12h52
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O Primeiro Encontro Campestre de Violas, que consiste em um evento que oferece aulas, palestras e saraus com renomados violistas, teve início ontem e segue até o próximo dia 13. No festival, que foi idealizado pelos violistas piracicabanos Gabriel Marin, Alexandre Razera, Renato Bandel e Pedro Visockas, os estudantes participantes têm a possibilidade de contato direto com os professores, como em um “retiro” de imersão ao universo da viola.
 
 
“O encontro terá seis dias de educação sobre violas, sendo que os participantes e professores participam de aulas, concertos e outras vivências”, explicou Roberta Marcinkowski, uma das organizadoras. Assim como na abertura do Encontro, ocorrerá na capela do bairro Monte Alegre, às 18h30 da terça-feira de Carnaval, um concerto para o público, com músicas compostas exclusivamente para a ocasião.
 
 
Os 20 estudantes selecionados para participarem do Encontro se reuniram ontem em sítio em São Pedro, onde conheceram os professores. Eles também assistiram os docentes executando peças de viola solo, viola com piano e de quarteto de violas. Além de aulas ministradas pelos criadores do Encontro, o festival tem instrumentistas convidados para aplicação de atividades extras. Hoje, está programada palestra com o professor e crítico de música João Luis Sampaio.
 
 
Para Roberta, a imersão no mundo da viola é importante para concentração dos estudantes. “Fora do meio acadêmico, no retiro, os alunos pensam apenas nisso. Os praticantes de instrumentos musicais passam horas por dia estudando e, no caso do violino ou da viola, isso é solitário. No evento acontecerão muitas trocas, entre professores, de um modo mais informal. Essa convivência promove o compartilhamento de ideias e não só a prática mecânica do instrumento. É realmente um intensivo, no qual os estudantes podem ver, também, outras pessoas tocarem. Isso é enriquecedor para qualquer artista”, comentou.
 
 
PROGRAMAÇÃO — Amanhã, o violeiro Neymar Dias, que recentemente gravou um disco de transcrições de peças do alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750) para viola caipira, participa do festival realizando masterclass com os alunos. À noite, o músico toca com Marin em sarau com os estudantes.
 
 
Dia 11, o luthier André Amaral, construtor de violas, violoncelos e arcos, promove palestra acerca da própria experiência profissional. O clarinetista Luca Raele também realiza masterclass e vivência sobre a área popular do jazz e, à noite, tem participação em sarau com Marin, Visockas e a pianista Ana Carolina Sacco, trabalhando o repertório que existe de trio para viola, clarinete e piano, com obras do austríaco Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) e do alemão Robert Schumann (1810-1856).
 
 
De acordo com Roberta, “o festival é um projeto que está se realizando depois de meses de muito trabalho”. As atividades no sítio são abertas para ouvintes. Neste caso, a taxa de inscrição é de R$ 100 por dia, incluindo refeições, exceto o café da manhã, e, ainda, certificado de aluno ouvinte. “O visitante pode chegar às 9h, assistir a aula do professor que estiver no espaço maior, almoçar e participar de outras ações”, disse a organizadora. Não é necessário ser músico para participar como aluno ouvinte. “O aluno ouvinte pode ser um amante da música ou um tão somente um curioso da área”, afirmou.
 
 
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