DIG apreende LSD e maconha

droga Foram localizados 133 micropontos e 29 porções de maconha, no Bairro Alto. ( Foto: Divulgação)

Policiais civis da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) prenderam ontem, um homem acusado de vender o alucinógeno LSD (abreviação usada para dietilamida do ácido lisérgico) e maconha em sua residência, que fica próxima ao Estádio Barão da Serra Negra. Segundo os policiais, o rapaz também usava um documento falso para retirar “encomendas” nos Correios.

O suspeito era investigado pelos policiais civis há algumas semanas. O delegado Demétrios Gondim Coelho, que comanda a apuração, conseguiu na Justiça o mandado de busca e apreensão que foi cumprido na tarde de ontem. No interior do imóvel, os policiais apreenderam 133 micropontos de LSD, 29 porções de maconha, além da mesma droga a “granel” e a quantia de R$ 680 em dinheiro. A investigação continuará na tentativa de identificar outros envolvidos no esquema e os respectivos fornecedores dos entorpecentes.
O rapaz foi encaminhado à sede da delegacia especializada e prestou depoimento antes de ser encaminhado à carceragem.

LSD — Cada unidade da droga custa entre R$ 25 e R$ 50. Apesar de ter o apelido de “bala”, ou “doce”, seu efeito é bem diferente. É produzida em laboratório e não tem gosto ou cheiro. A droga é mais utilizada por jovens e adolescentes em baladas ou festas raves. Seu uso pode causar o efeito denominado de “flashback”, o qual, pode ocorrer a qualquer momento ou muito tempo depois de usá-la. Dependendo do organismo, o efeito da droga pode durar até 12 horas e o usuário perde a noção de perigo. Pode achar, por exemplo, que pode voar e se atirar na janela de um prédio, de acordo com especialistas.

(Cristiani Azanha)