E as obras começaram…

Felipe Poleti

Não podemos esquecer que o período foi de dificuldade financeira para todos

Pois é. Ontem foi o dia de início das obras de recuperação de um trecho que 4km da Estrada da Ceasa, que liga as rodovias do Açúcar (SP-308) à Cornélio Pires (SP-155), com investimento de R$ 4.299.865,02, em parceria da prefeitura com o governo do estado. É uma obra muito esperada e muito cobrada pela população das cidades de Piracicaba, Rio das Pedras e Saltinho, que utilizam o trecho que estava tomado pelo desleixo e abandono do poder público.

Podemos dizer que é uma conquista muito importante, pois – não só a população – os produtores rurais, caminhoneiros e comerciantes que utilizam o trecho degradado todos os dias, precisavam desta obra para manter suas contas em dia e manter um trabalho digno. A cobrança da população foi ferrenha por anos e os políticos alvos dessas críticas eram o prefeito Barjas Negri (PSDB) e o deputado estadual Roberto Morais (PPS). Os dois tiveram muita paciência para ouvir as críticas e cobrar uma ação mais efetiva do Estado para que a obra fosse viabilizada. Não podemos esquecer que o período foi de dificuldade financeira para todos, e que ainda não tiramos o “corpo” da crise que nos assola desde 2014.

Agora, com a obra em andamento, é importante que a empresa vencedora da licitação e responsável pela obra – DNP – Terraplanagem e Pavimentadora Foresto – faça a devida sinalização nos trechos em obras, mantenha homens na orientação dos motoristas que trafegam pelo local e também que os motoristas que venham passar pela rodovia, que redobrem a atenção, respeitem a sinalização e as leis de trânsito para que não tenhamos acidentes de nenhum tipo, principalmente com mortes. Por isso, também é de importante relevância a presença da Polícia Militar Rodoviária no trecho, para garantir maior eficácia na segurança dos motoristas.

Por fim, nada mais justo que também cobrar os vereadores – das três cidades – e a população, que fiquem de olho na execução das obras e, a qualquer ruído de irregularidade, que a reclamação seja feita aos órgãos de fiscalização competentes e, se o problema persistir, a imprensa seja acionada.