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IPC-S fica em 0,30% na 2ª quadrissemana de maio ante 0,26% na anterior, diz FGV
Agencia Estado
16/05/2017 11h01
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A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) acelerou na segunda quadrissemana de maio, para 0,30%, de 0,26% na primeira medição do mês, informou nesta terça-feira, 16, a Fundação Getulio Vargas (FGV). Das oito classes de despesas analisadas, quatro apresentaram acréscimo em suas taxas de variação nesta apuração: Habitação (-0,15% para 0,44%), Vestuário (-0,05% para 0,55%), Despesas Diversas (0,13% para 0,21%) e Comunicação (1,14% para 1,22%). Em contrapartida, registraram decréscimo em suas taxas de variação na segunda quadrissemana de maio os grupos Alimentação (0,56% para 0,16%), Transportes (-0,05% para -0,17%), Saúde e Cuidados Pessoais (1,20% para 1,08%) e Educação, Leitura e Recreação (-0,48% para -0,53%). A maior contribuição para aceleração do IPC-S entre a primeira e a segunda medições de maio foi do grupo Habitação. O segmento saiu de deflação de 0,15% para inflação de 0,44%. Esse movimento foi influenciado pela taxa maior do item tarifa de eletricidade residencial, que passou de queda de 2,60% para alta de 1,52%, com a devolução altista dos descontos na conta de luz no mês anterior. Dentre as outras classes de despesas que registraram acréscimo em suas taxas de variação, a FGV destacou o comportamento dos itens roupas (0,20% para 0,92%), em Vestuário, tarifa postal (0,00% para 1,99%), no grupo Despesas Diversas, e mensalidade para TV por assinatura (3,01% para 3,50%), em Comunicação. Do lado do alívio, hortaliças e legumes (11,43% para 4,40%) foi o subgrupo mais relevante para a desaceleração de Alimentação, tarifa de ônibus urbano (0,20% para -0,02%) teve a maior influência para o arrefecimento de Transportes, artigos de higiene e cuidado pessoal (0,24% para -0,37%) foi o destaque de baixa em Saúde e Cuidados Pessoais, e excursão e tour (-0,69% para -1,68%) contribuíram para a deflação mais intensa de Educação, Leitura e Recreação. De forma isolada, os itens com as maiores influências de alta foram tarifa de eletricidade residencial (-2,60% para 1,52%), batata-inglesa (apesar da desaceleração de 29,10% para 21,79%), plano e seguro de saúde (que manteve a taxa de 0,99%), pacotes de telefonia fixa e internet (2,41% para 2,53%) e vasodilatador para pressão arterial (2,52% para 2,65%). Já os cinco itens com as maiores influências de baixa foram passagem aérea (-16,57% para -16,67%), gasolina (-1,01% para -1,03%), laranja pera (-7,56% para -8,86%), etanol (mesmo com deflação menor de -2,52% para -2,08%) e perfume (0,04% para -1,16%).
 
 
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