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Em boa hora
André Thieful
15/02/2017 15h19
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Começa, no dia 10 de março, o calendário de saques das contas inativas do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). O anúncio da data de início das retiradas era esperada com ansiedade por grande parte dos trabalhadores, que aguarda a oportunidade de acesso a um dinheiro que quase nunca se pode mexer — apenas em algumas condições específicas.

Independente do valor a ser sacado, seja na casa de um salário mínimo ou de milhares de reais, qualquer quantia extra ajuda, sobretudo em momentos de crise. Alguns trabalhadores devem aproveitar o recurso extra para adquirir alguns bens de consumo ou até mesmo aplicar uma parte em outros investimentos que sejam mais rentáveis que o Fundo — tão criticado pela pífia correção, baseada na equação 3% + TR (Taxa Referencial), que está praticamente zerada há vários anos.

A maioria, no entanto, deve mesmo usar esse dinheiro para pagar contas acumuladas e “se desafogar” após meses e meses de rendimentos mais escassos. De uma forma ou de outra, o que o governo espera com a medida inédita é que a economia do país seja movimentada. Com os milhões de desempregados, poucos têm condições de consumir, menos ainda têm possibilidade de quitar dívidas assumidas anteriormente, o que engessa ainda mais o mercado.

Muito provavelmente, essa injeção de recursos não será a salvação da economia brasileira, longe disso, mas tem papel importante para o trabalhador neste momento — seja para pagar conta ou não. Seja como for, o que se espera é que a população utilize esse recurso de forma sensata e não como trampolim para novas dívidas, afinal de contas, o FGTS acumulado pelo trabalho registrado constitui recurso importante para aquisição do bem que é o maior sonho do brasileiro: a casa própria.

 
 
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