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Sobre o saneamento
André Thieful
06/10/2017 14h35
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A recente notícia publicada por este periódico na quarta-feira sobre a liderança de Piracicaba no Ranking da Universalização de Saneamento da Abes (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental) é algo que deve orgulhar o cidadão que aqui mora. Apesar de tantos outros índices terem, muitas vezes, repercussão maior, a cobertura de praticamente 100% de saneamento básico em um município com quase 400 mil habitantes reflete grau elevado de desenvolvimento urbano.
 
Quando se investe em universalização de água tratada, coleta e tratamento de esgoto e coleta e destinação de lixo se investe, indiretamente, em saúde pública. É a fórmula perfeita para se evitar doenças e, consequentemente, gerar mais qualidade de vida. Ou seja, dinheiro investido em saneamento resulta em economia em futuro próximo. Claro, ainda há gargalos. Há bastante trabalho a ser feito em favelas existentes na cidade. Uma delas, a Portelinha, porém, tem obras em andamento. 
 
Ainda assim, para a engrenagem funcionar melhor ela precisa estar bem alinhada e lubrificada. De nada adianta estações de tratamento de esgoto e de água em pleno funcionamento e coleta e destinação de lixo em funcionamento se não houver contrapartida da própria população atendida. Esse deve ser o papel da população. Além de cobrar cada vez mais eficiência do Poder Público, deve também colaborar com medidas simples já citadas tantas vezes, como por exemplo, sobre a importância do descarte correto de resíduos. 
 
Quando o rio Piracicaba fica baixo em épocas de estiagem é nítido o resultado da ação humana. Lixo e tantos outros materiais inservíveis no leito do manancial mostram o quanto ainda falta conscientização de muitos. Há problemas ainda com ligações clandestinas de água e, mais grave, despejo irregular de esgoto. Cabe a todos participar e cobrar, uns dos outros, para a cidade ser cada vez melhor.
 
 
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