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Respiro
André Thieful
11/11/2017 11h05
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Os números apresentados pelo Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) que mostram a região de Piracicaba com a melhor geração de emprego em 11 anos trazem certo alívio do ponto de vista econômico. Além disso, ratifica o que disseram analistas de mercado sobre a retomada da atividade econômica ainda em 2017.

Em outubro, a indústria criou 750 postos de trabalho. Esse número colocou a região como a segunda maior geradora de empregos entre as 39 regionais do Ciesp, atrás apenas da regional de Matão. O resultado também foi positivo no Estado que, pelo segundo mês consecutivo, apresentou saldo positivo na geração de empregos. Foram criadas de 2.500 vagas — ligeira alta de 0,11% na comparação com setembro.

O crescimento, de fato, pode ser comemorado porque, além dos empregos gerados, cria também a expectativa de um 2018 menos tenso na atividade econômica. Bastou a questão política deixar de interferir nas decisões econômicas, mesmo que a um custo consideravelmente alto, para a indústria — e não só ela, como outros setores igualmente importantes e produtivos — reagir.

Óbvio que é prematuro esperar que a geração de emprego se mantenha em alta nos próximos meses, até porque há questões de sazonalidade e tantos outros fatores que interferem diretamente na contratação de mão de obra. Ainda assim, é possível esperar com um pouco mais de otimismo alguma regularidade na geração de empregos.

É preciso lembrar, porém, que 2018 será um ano tenso na política. A eleição para presidência da República deve concentrar as atenções e se tornar importante balizadora da atividade econômica, mesmo que se tente uma blindagem. Tomara que discursos políticos daqueles que se preocupam apenas com o poder em si não mandem pelo ralo a retomada do crescimento econômico, única boa herança que será deixada pelo atual governo.

 
 
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08/11/2017 16h29 André Thieful Ficha limpa
05/11/2017 11h20 Sabrina Franzol Efeito dominó