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Sobre Monicas, Marianas e Alessandras
Rodrigo Alves
04/12/2017 11h52
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Mariana tem 89 anos e há 20 dedica-se às crianças carentes. Em dezembro, ela monta kits de Natal e mobiliza uma grande rede de solidariedade na cidade. Alessandra mantém em sua casa 40 cães vira-latas e, do dia para a noite, adotou mais 12 cadelas da raça yorkshire, após encontrá-las em situação de maus-tratos em um canil. Monica se mobiliza há várias décadas com rifas e campanhas para cachorros abandonados e em prol de pessoas desconhecidas que passam necessidades com seus animais. Angelo Rafael Rodrigues da Silva, sensível ao apelo de uma mãe, abriu uma vaga de emprego a um garoto de 15 anos, em sua borracharia. Júlio César Ferreira Martins abriga em sua casa, no bairro Mário Dedini, moradores em situação de rua e lhes oferece banho, corte de cabelo, jantar e até sobremesa.
 
As histórias de Mariana, Alessandra, Monica, Angelo e Júlio César poderiam passar despercebidas, mas chegaram à redação do Jornal de Piracicaba esta semana e se transformaram em reportagens para a edição deste domingo. Fatos distintos, narrados em matérias também diferentes, mas que possuem um elemento comum: o bem ao próximo.
 
Dizem que a chegada do Natal é a responsável por despertar os melhores sentimentos nas pessoas. Claro, alguns consideram a data triste. Mas é no primeiro domingo de dezembro que estas histórias vieram à tona, coincidentemente próximo do Dia Internacional do Voluntário, celebrado na próxima terça-feira (5).
 
Área humana, o jornalismo exige paixão, envolvimento e entrega. Curiosidade, critério para apuração das notícias e cuidados na condução do texto podem ser apreendidos na academia, mas são situações inusitadas — como as narradas nas quatro reportagens — que demonstram o quanto é preciso manter a sensibilidade diante da agitação do cotidiano, sentir o calor das circunstâncias e se envolver em cada uma das histórias.
 
 
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