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Alerta amarelo
Rodrigo Alves
08/01/2018 15h34
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Você é capaz de estimar a média diária de consumo de água por habitante na cidade? O secretário-executivo do Consórcio das Bacias PCJ, Francisco Lahóz, tem os cálculos em mãos: 200 litros. Para quem não é capaz de quantificar, o recomendado é de 120 litros por pessoa. O excesso acende um sinal de alerta: é preciso economizar o mais urgente possível, sob o risco de presenciarmos uma nova crise hídrica, semelhante a que ocorreu em 2014 no Estado de São Paulo.
 
Quem não se lembra do episódio, houve até uma solenidade em que o governador inaugurou o chamado “volume morto”, ou reserva técnica de água. Assim, para que as águas chegassem às residências foi preciso extraí-las de um patamar mais profundo do Sistema Cantareira, o maior reservatório dos seis que abastecem a região metropolitana de São Paulo.
 
Nesse período, o governador quase implantou um rodízio e limitou o acesso ao abastecimento durante parte do dia em algumas regiões do estado. Na capital paulista, a Sabesp definiu uma cota de descontos aos consumidores que reduzissem o consumo.
 
Todo esse drama ocorreu porque as chuvas ficaram muito abaixo do normal e também porque praticamente inexistiram investimentos públicos. O fenômeno de 2014 pode voltar a se repetir e, para que isso não ocorra, será preciso fechar a torneira.
 
A avaliação da equipe técnica do Consórcio PCJ e de especialistas do Sistema de Gerenciamento dos Recursos Hídricos tem como base as precipitações médias anuais ocorridas em 2013 e 2017. Em 2013, ano anterior à crise, o Sistema Cantareira apresentou 30% de capacidade de reservação. Ao longo de 2017, os índices ficaram próximos a 40%.
 
Ainda que todo o episódio de 2014 não tenha afetado a cidade de Piracicaba, a cena que mais se viu no noticiário foi a de chuveiros com águas de aspecto barroso, em quantidade muito abaixo do normal. Mesmo com a negativa de desabastecimento, eram frequentes os relatos de bairros inteiros sem uma gota na torneira. 
 
Segundo o PCJ, sem as chuvas significativas nos três primeiros meses deste ano, será preciso redução de consumo pelos setores agrícola, industrial e urbano.
 
Lahóz diz que ainda não é momento de a população se desesperar, mas lembra que a situação não é favorável. 
Vamos economizar água? Não dá para dizer que chegou a hora, pois ela já passou!
 
 
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