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Espaço para convivência
Rodrigo Alves
08/01/2018 15h35
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O conceito de cidades sustentáveis, cada vez mais em voga entre arquitetos e urbanistas, compreende a transformação dos espaços urbanos em locais receptivos, generosos e atrativos. Para que se torne realidade, são necessários fatores como as ciclovias, áreas de lazer, pistas de caminhada. É uma tendência mundial, observada nas principais metrópoles. 
 
Ainda que seja um pequeno exemplo dessa discussão macro, uma semente de esperança parece brotar na cidade com o recente anúncio de que Piracicaba regulamenta a instalação de parklets.
 
O conceito é de 2003, nasceu em São Francisco, nos Estados Unidos, a partir do Parking Day, movimento de moradores que aproveitou uma vaga de automóvel durante todo o dia para discutir a dualidade carro versus pessoas. Em Montreal, charmosa cidade canadense, em uma das principais vias (já fechada a automóveis), os parklets tomam conta da St. Catherine Street e não são apenas os bares que exploram a ideia. Há lanchonetes, salões de beleza e grifes.
 
Em Piracicaba, uma das ideias que maior teve visibilidade foi o projeto Vaga Viva: Cultura, Cidadania e Meio Ambiente, uma espécie de “ilha urbana cultural”, explorada pelo músico e produtor cultural Márcio Sartório. Na ocasião, a iniciativa foi desenvolvida com recursos do FAC (Fundo de Apoio à Cultura), da SemacTur (Secretaria Municipal da Ação Cultural e Turismo).
 
Agora, com a publicação do decreto no município, bancos, floreiras, mesas e cadeiras, guarda-sóis, aparelhos de exercícios físicos, bicicletários, além de outros elementos de mobiliário urbano poderão ser explorados na cidade para recreação e manifestações artísticas e culturais.
 
O que torna os parklets tão especiais e importantes, no contexto de cidade sustentável? Sua acessibilidade e o incentivo à integração humana. Menos asfalto e, principalmente, mais verde. É um caminho sem volta e que deve estar na agenda dos gestores públicos.
 
 
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