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Na balanceira do Unileste
Rodrigo Alves
04/01/2018 16h05
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Criado na década de 70, na gestão do ex-prefeito Adilson Benedito Maluf, o Distrito Industrial Unileste é um dos marcos desenvolvimentistas de Piracicaba. O primeiro grande “nome” a se instalar no local, em 1976, foi a multinacional Caterpillar, que abriu portas para que outras empresas de grande porte viessem, como a Delphi, Mausa, Elring Klinger e Bom Peixe, atraídas também pela pujança de Piracicaba. São apenas algumas, mas há muitas outras, nos setores químico, de produtos alimentares, metalurgia, mecânico, matérias plásticas e têxtil. 
 
Segundo o site da Semdec (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico), as 117 empresas do Unileste geram aproximadamente 15 mil empregos diretos e elevam a economia não apenas no município, como de toda a região.
 
Como um grande distrito, instalado estrategicamente nas proximidades das principais rodovias da região, o Unileste recebe fluxo intenso de caminhões de carga pesada, coletivos que levam diariamente os trabalhadores e também dos que vão com o próprio automóvel para o emprego.
 
Para todos os casos citados, uma coisa é certa. Caminhoneiros, motoristas de ônibus ou condutores de carros particulares e motocicletas são unânimes quanto à ausência do órgão público na conservação do pavimento asfáltico do distrito. 
Em nota, a Secretaria Municipal de Obras disse que realiza periodicamente os serviços de manutenção e que se reúne em diversas ocasiões com os empresários locais para discutir as melhorias na infraestrutura.
 
Entre o sim e o não, o dito pelo não dito, fica a constatação “in loco” do repórter Felipe Poleti, que esteve no local acompanhado do repórter fotográfico Marcelo Germano. Ele trouxe alguns exemplos para o texto escolhido como manchete desta edição do JP. São relatos de pessoas que percebem o problema há pelo menos dois anos e que não vislumbram qualquer melhora, pelo contrário, só presenciam o seu agravamento.
 
Diante do problema — pelo qual esperamos que haja uma solução —, a frase do caminhoneiro Anderson Ricardo Zocca, de 29 anos, até parece verso rimado: “nossa rotina neste trecho é esse malabarismo, nessa balanceira toda, neste bate-bate dentro da carroceria”.
 
 
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