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Folia cultural
Sabrina Franzol
14/02/2018 17h50
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O assunto a predominar nas rodas de conversa, pelo menos até amanhã, é o Carnaval. Não se fala em outra coisa. Muito gente espera o ponto facultativo para literalmente cair na Folia, sambando e cantando, ou viajar. Há quem prefira os dias de folga do trabalho — quando eles são possíveis — para descansar, se reunir com os amigos da igreja ou se aventurar em alguma montanha. Cada um tem a atividade de preferência, mas vale ressaltar que o Carnaval também pode ser uma excelente oportunidade para adquirir conhecimento sobre outras culturas. Em Piracicaba, o Bloco da Ema cabe, pertinentemente, neste contexto.
 
Criado em 2005 pelo músico e artista plástico recifense Marcos Antonio Azevedo de Souza, mais conhecido como Tony Azevedo e que mudou-se para Piracicaba há pouco mais de uma década, o Bloco da Ema consiste, resumidamente, em uma ferramenta de resguardo de diferentes culturas, porque une tradições, principalmente, dos solos africano e pernambucano e, também, das terras piracicabanas. Toda essa junção é perceptível nas batucadas contagiantes provenientes dos instrumentos de percussão que animam o cortejo do bloco e nas danças e vestimentas dos foliões assíduos.
 
Uma das definições da palavra festa no dicionário eletrônico Houaiss é “alegria”. E se no senso comum Carnaval é festa, consequentemente é alegria. Claro que para que esta alegria exista de fato é necessário, por exemplo, extrema cautela com a ingestão de bebidas alcoólicas, mas a questão aqui é outra. Alegria não combina com exclusão e é isso o que o Bloco da Ema parece ter como lema. Neste ano, inclusive, o tema do bloco — que inicia concentração hoje, às 15h, no ginásio do Sesc (veja matéria no caderno Cultura) — é De Todas as Culturas. Isso só vem para corroborar o quanto ele é agregador. A democracia do Bloco da Ema é evidente. Famílias inteiras participam, de crianças a anciões, independente da classe social. Outro fator que ratifica esse democratismo é que se trata de um bloco de rua. R-U-A. Via pública. Isso, sim, é festa, é compartilhamento de cultura, é propiciar conhecimento.
 
 
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