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O poder feminino
Da redação
08/03/2018 17h40
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Até o século XIX, as mulheres viviam debaixo das asas dos homens. Mas a Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra, e as duas grandes guerras mundiais forçaram mães de famílias a trabalharem para garantir o sustento dos filhos, na ausência dos maridos recrutados para a batalha. Todos sabem a origem do Dia das Mulheres. Em 1857, centenas de operárias morreram queimadas por policiais em uma fábrica têxtil de Nova York (EUA). Elas reivindicavam a redução da jornada de trabalho e o direito à licença-maternidade. Em homenagem às vítimas, em 1911, foi instituída a comemoração do Dia Internacional da Mulher.
 
Depois disso veio a conquista do voto feminino e tantas outras vitórias . Muitas morreram por essa causa. A famosa ‘Queima de sutiãs’, um protesto público, com a participação de cerca de 400 ativistas do ‘Women’s Liberation Movement‘, em 7 de setembro de 1968, marcou o movimento feminista no mundo. 
 
Neste Dia Internacional da Mulher, o que há para se comemorar? Estudam mais do que os homens. São persistentes.Ganharam espaços no mercado de trabalho em setores antes inimagináveis. Mas todas as pesquisas e estatísticas recentes divulgadas sobre o assunto são unânimes em afirmar: as mulheres estão sobrecarregadas. Têm dupla ou tripla jornada. Trabalham fora, contribuem no sustento da casa - quando não são a única fonte de renda da família - ajudam os filhos na tarefa, cuidam do marido, da casa e ainda encontram tempo para estudar e se cuidar. 
 
A fase de queimar sutiãs na praça passou. Esse é o momento em que as mulheres discutem que querem ser donas do seu próprio nariz. Esse movimento está crescendo de forma tímida, ainda, no Brasil. Mas tudo indica que o esforço de mulheres abnegadas pode ecoar nas próximas gerações. O que causa espanto das reportagens especiais publicadas nesta edição é saber que Piracicaba ainda não tem uma Casa Abrigo para atender mulheres vítimas de maus tratos. 
 
O que causa espanto, em pleno século XXI, é que as mulheres ainda se enxergam como concorrentes. Dai a fala das entrevistadas para que as mulheres se unam para reverter o atual cenário de baixa participação feminina nas esferas de poder e de decisões, como na política e nas grandes empresas. As mulheres são vistas pelos homens como guerreiras, batalhadoras, poderosas. Falta a mulher deixar aflorar o seu poder feminino. Se isso acontecer um dia, sai debaixo..... (Claudete Campos) 
 
 
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