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De olho nos macacos
Da Redação
11/06/2018 13h59
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Recentemente, os piracicabanos correram aos postos de saúde para se vacinarem contra a febre amarela, depois da divulgação de uma morte no município por causa desta doença. Até hoje a população não sabe se a doença foi contraída na cidade ou se foi importada de alguma região com registro de casos. Até por conta disso, o Centro de Controle de Zoonoses fez um mapeamento das regiões com comunidades de macacos e as espécies predominantes no município. 
 
Nesta semana, o Jornal de Piracicaba teve acesso ao levantamento preliminar. Reportagem de Felipe Poleti, nesta edição, mostra que 30% do mapeamento já foi concluído. A população da zona rural relatou a existência de três espécies de macacos na cidade: saguis, macaco-prego e bugio. As equipes têm atualizado os dados durante a campanha de vacinação antirrábica na zona rural, iniciada em maio. E a conclusão dos trabalhos deve ocorrer até julho. 
 
Até agora, as equipes do CCZ registraram 16 relatos de comunidades de primatas na cidade. Os locais de aparição dos macacos são, em sua maior parte, no Horto de Tupi e arredores, bem como nos bairros Taquaral e Água Branca, além do distrito de Tanquinho. A surpresa ficou por conta do bugio, também avistado na região. Essa espécie é sentinela da saúde da floresta. Esse estudo engloba a zona rural, mas a reportagem do JP já ouviu relatos de moradores do Nova Piracicaba, que também convivem com macacos.
 
A boa notícia - se é que se pode dizer isso - é que os macacos encontrados mortos na cidade foram por causa de choque elétrico. Não há associação com a febre amarela. Alguns até podem achar que esse trabalho não é importante, mas o é, de fato, pois a morte de macacos é o primeiro sinal de alerta para o aparecimento da doença. 
 
E sabendo onde há concentração desses animais, a Secretaria de Saúde poderá firmar parcerias com pesquisadores para fazer o acompanhamento dessas regiões e até mesmo propor medidas para o controle dessa população e adotar ações sanitárias para garantir a saúde desses símeos.
 
Só lembrando que os macacos não transmitem a febre amarela. São tão vítimas quanto os seres humanos do mosquito transmissor. Por isso, devem ser monitorados de perto e respeitados, para que a doença não avance pela cidade. Então, nada de matar esses animais silvestres. 
 
 
 
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