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Biodigestor que nunca funcionou
Fernanda Moraes
04/07/2018 08h54
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O CTR (Centro de Tratamento de Resíduos) Aterro Palmeiras, denominado complexo Ecoparque, localizado no bairro Palmeiras, rodovia Deputado Laércio Corte (SP-147) está em operação desde 2015 e tinha entre seu carro chefe para a liberação do projeto, o reaproveitamento de resíduos orgânicos e inorgânicos. No entanto, a máquina de biodigestão, importada da Holanda e com tecnologia alemã para realizar a compostagem de 50% dos resíduos produzidos pelos piracicabanos, nunca funcionou.
 
A denúncia partiu do Ministério Público e foi endossada pelo professor do Instituto Federal e pós-doutorado em ética ambiental, Paulo José Moraes Figueiredo, que afirmaram que a comunidade ambientalista apenas aceitou a construção deste empreendimento, pois se mostrava compatível à Lei 12.305/ 2010, que determina toda a forma de manejo e tratamento de resíduos. 
 
A denúncia é grave e mostra o descaso do poder público com o destino final dos resíduos produzidos pelos piracicabanos. No entanto, a gravidade aumenta, quando existe a intenção de o município importar resíduos sólidos de outras 31 cidades do Aglomerado e da RMC (Região Metropolitana de Campinas). Tem projeto de lei que tramita na Câmara e que envolve o assunto.
Esse maquinário parado no Ecoparque é atualmente a melhor solução tecnológica sendo inclusive priorizado pelo governo brasileiro quando comparado a compostagem. Mas tudo está parado. E quanto foi pago por este biodigestor? 
 
De acordo com o MP, 86,4% dos resíduos que ingressam no Ecoparque se transformam principalmente em combustível derivado de resíduo, inclusive a poda verde. Apenas 8,6% de todo resíduo é reciclado e 5% vai para o rejeito. Outro agravante é fato desse montante ser enviado para incineração feitas na cimenteiras. Esses resíduos quando incinerados formam compostos organoclorados, como a dioxina e furanos, substâncias cancerígenas e que contaminam o meio ambiente.
 
 
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