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Copa e aumento do ônibus
Claudete Campos
07/07/2018 07h36
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Ontem foi um dia de ressaca para o brasileiro e para o piracicabano. Os brasileiros sentiram o gostinho amargo da derrota para a Bélgica por 2 a 1 e o fim do sonho de conquistar o hexacampeonato. Nem bem os piracicabanos se recuperaram da tristeza da derrota da seleção canarinho, e já receberam outra notícia bombástica. As passagens do transporte coletivo urbano vão aumentar 8,10% - isso mesmo - a partir da próxima sexta-feira, 13 (será que as bruxas estão às soltas?). Para amenizar o anúncio, a prefeitura informou que a passagem terá um reajuste de R$ 0,30. E divulgou o valor justamente no dia do jogo da Seleção.
 
É isso mesmo caro morador de Piracicaba que precisa de transporte coletivo urbano. As passagens ficarão mais caras. Pelo visto, terá que se acostumar com os reajustes sem fim. Ontem, o Jornal de Piracicaba havia informado que o gás de cozinha foi majorado em 4,4%. Além disso, no último dia primeiro de julho, os pedágios da região tiveram um aumento de 2,85%, com uma média de reajuste de R$ 0,20 nas praças. Além disso, a gasolina subiu 5% em junho e a energia elétrica avançou 7,93% mês passado.
 
Dá para ser feliz desse jeito? O brasileiro encontra seu caminho para a felicidade, mesmo que esses aumentos sucessivos o castiguem e corroam o seu poder de compra. E ainda o governo do presidente Michel Temer diz que a inflação está baixa e sobre controle. É claro que ele não vai ao supermercado fazer compras.
 
E para quem as pessoas podem reclamar sobre esses aumentos em sequência? Para ninguém. O reles mortal pode até botar a boca no trombone nas redes sociais, criticar o governo, mandar emails e mensagens para deputados e senadores, mas não vai conseguir controlar esses reajustes. Portanto, mais uma vez, terá que engolir em seco e apertar o cinto, que já está mais do que apertado. Pode alegar que os aumentos salariais não acompanham os aumentos dos preços...
 
Enquanto os governos e as companhias que detêm as concessões reajustam sem parar as tarifas, o brasileiro amarga a maior taxa de desemprego dos últimos tempos: 12,9%, com 13,4 milhões de desempregados. O que fazer diante de uma situação dessa? Nada...Quem está empregado terá que trabalhar e fazer bicos e mais bicos para pagar as contas no final do mês..O desempregado tem que rezar para conquistar uma vaga, mesmo que ganhe menos...O empresário terá de rever seus preços ou economizar com insumos e com as contas fixas para continuar funcionando...Enquanto isso, amargamos a derrota na Copa...Até parece que estão todos anestesiados...
 
 
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