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Doendo no bolso
Da redação
02/07/2018 13h54
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Quem é que gosta de aumento de tarifas, taxas e afins? Ninguém, claro! Por isso, não causou estranheza que pessoas entrevistadas pelo repórter Felipe Poleti tenham dito, em coro, em reportagem publicada nesta edição, que são contrárias ao aumento da tarifa de pedágio em 2,85%, que passa a vigorar hoje. Este valor corresponde praticamente ao acumulado da inflação dos últimos 12 meses, que atingiu 2,86% segundo o IPCA (Índices de Preços ao Consumidor Amplo). Na região, começarão a vigorar novos valores em 11 praças de pedágio. O reajuste vai doer no bolso dos motoristas e dos dependentes de carros. 
 
Esse aumento na tarifa sempre ocorre em primeiro de julho de cada ano. Já era esperado, portanto. Esse reajuste ocorre justamente depois da greve dos caminhoneiros, que ocorreu em maio, em protesto ao aumento desenfreado nos preços dos combustíveis, em especial do óleo diesel, que impactam diretamente no frete pago aos caminhoneiros. E, de novo, os motoristas profissionais sentirão no bolso e no preço do frente o reajuste dessa tarifa.
 
Não resta a menor dúvida que as rodovias pedagiadas estão em melhores condições daquelas sem as praças. Contudo, ao final do mês, as tarifas pesam - e muito - no bolso daqueles que dependem dos veículos para trabalhar e que têm de pagar pedágio para se locomover de uma cidade para a outra. É aquele velho ditado que não existe almoço de graça. Para ter uma rodovia de qualidade, as pessoas têm que pagar por isso. No caso do consumidor, não há muito que se fazer. Apenas tentar apertar o orçamento para absorver esses reajustes. O jeito é engolir em seco, fazer os cálculos e tentar amenizar os impactos desse aumento no bolso. Afinal, vão reclamar para quem?
 
Sempre se questiona também se haveria necessidade de tantas estradas sob concessão. A região está cercada por praças de pedágio. Para se deslocar por poucos quilômetros, os motoristas pagam pedágios e mais pedágios. Por enquanto, não há uma luz no fim do túnel. Os moradores de Piracicaba e região têm é que torcer para que não seja instalado pedágio na Rodovia Luiz de Queiroz, a SP-304, que passa por recapeamento, e em em outras estradas da região. Pelo menos isso...
 
 
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