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Meia Maratona Arraso recebe atletas com idades e motivações diferentes
Fabio Pesaresi e Sabrina Franzol
15/12/2015 13h57
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Diversão, união familiar e experiência de vida tiveram destaque na 2ª edição da Meia Maratona Arraso Esalq Fashion Run, realizada pela Revista Arraso e Chelso Sports & Business no último domingo (13/12), com personagens inusitados, como um Papai Noel atleta, uma família que “literalmente” corre com a filha prestes a completar três anos de idade e, ainda, uma senhora com mais de 60 anos que encontrou nas rápidas passadas a vitalidade.

Praticante da corrida de rua desde março deste ano, o projetista aposentado Roberto Rovatti, 58, resolveu encerrar as provas de 2015 caracterizado como o principal personagem das festas natalinas, o Papai Noel.

Sem a barriga peculiar do “bom velhinho”, ele vestiu roupa e gorro vermelhos e barba branca e encarou os 5km da Meia Maratona. Integrante da equipe A. A. Coruja (Associação dos Amigos Corredores de Rua de Jaguariúna), ele disse que a ideia surgiu porque o último treino a ser realizado com o grupo será alusivo ao Natal.

“Nós vamos correr no Centro Cultural de Jaguariúna e está todo enfeitado, então combinamos de ir de gorrinho de Papai Noel. Aí resolvi fazer isso em Piracicaba também”, contou.

A prova do último domingo foi a 12ª competição de Rovatti, que disse já ter participado de corridas em outras cidades, como Cosmópolis e Paulínia.

“Minha vida mudou muito depois que comecei a correr. Perdi 12 quilos, conheci vários amigos, enfim, foi uma bênção, porque a corrida realmente tem um ambiente saudável”, comentou.

Esta é a mesma opinião do campineiro Ricardo Pessoa, 34, outro inscrito na Meia Maratona Arraso.

Agente técnico de saneamento, ele é um apaixonado declarado pelas corridas de rua. Anteontem, trouxe de Campinas a família toda para correr 10km: a mulher, a técnica de enfermagem Michele Pessoa, 28, e a filha Gabriella Pessoa, de dois anos e oito meses.

“Minha mulher sempre gostou de correr também, então, para que ela não parasse de praticar a corrida após o nascimento da nossa filha, compramos um carrinho para a Gabriella e passamos a correr todos juntos. É um momento de união nossa. A Gabriella, inclusive, é que nos pede para participar das corridas. Ela já esteve com a gente em umas 15 provas”, relatou Pessoa.

Segundo Michele, não há desculpa para ficar parada e se, por acaso, surgir a necessidade de trocar a fralda durante o percurso, eles estão preparados.

“Temos um kit bebê que levamos no carrinho que vamos empurrando. A prioridade é a nossa filha, então, se precisarmos parar para trocar a fralda, faremos isso”, afirmou a mãe.

Aos 64 anos, Madalena de Oliveira encontrou na corrida uma grande oportunidade de ajudar a combater o colesterol e ter uma vida mais saudável.

“Fui ao médico ele recomendou fazer caminha e me exercitar mais, ai comecei a andar e pegar gosto pelo esporte. Hoje estou correndo e gosto de vir nesses eventos para encontrar os amigos e ter um desafio. É uma delicia”, disse Madalena.

Além de sentir as melhoras em sua saúde, Madalena virou exemplo em sua casa. Praticando o esporte há cinco anos, Madalena influenciou seus familiares a mudarem de vida e começarem a praticar a modalidade também.

“Na minha casa ninguém praticava nada, mas quando eu comecei eles viram que melhorei minha saúde, e todos começaram a praticar algum esporte também”, completou.

 
 
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